Uma investigação da BBC revela que dois colaboradores-chave de Jeffrey Epstein, o contabilista Richard Kahn e o advogado Darren Indyke, mantêm o controlo do património e de documentos sensíveis do milionário, apesar das suspeitas levantadas sobre o seu papel na gestão da rede do criminoso sexual.
O Departamento de Justiça dos Estados Unidos tornou públicos documentos do FBI que relatam entrevistas realizadas em 2019 com uma mulher que fez alegações de abuso sexual contra Donald Trump, ligadas ao caso Jeffrey Epstein.
Uma investigação da NPR, Rádio Pública dos EUA, concluiu que o Departamento de Justiça dos EUA não divulgou parte dos chamados "ficheiros Epstein" que incluem acusações de abuso sexual envolvendo o Presidente norte-americano, Donald Trump.
Peter Mandelson, antigo ministro trabalhista e ex-embaixador do Reino Unido nos Estados Unidos, foi detido por suspeita de má conduta em cargo público, confirmou a Metropolitan Police.
Ghislaine Maxwell, cúmplice condenada do agressor sexual Jeffrey Epstein, recusou-se esta segunda-feira a responder a perguntas da Comissão de Supervisão da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos, invocando repetidamente o direito ao silêncio.
Melinda French Gates afirmou que o ex-marido, Bill Gates, deve dar explicações sobre as alegações que surgem nos mais recentes documentos ligados a Jeffrey Epstein, o multimilionário condenado por crimes sexuais.
Bill e Hillary Clinton aceitaram testemunhar numa investigação da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos sobre o caso Jeffrey Epstein, poucos dias antes de o Congresso se preparar para votar eventuais acusações de desacato contra o antigo presidente e a ex-secretária de Estado.
Várias sobreviventes de Jeffrey Epstein vieram a público relatar que o multimilionário utilizava promessas de acesso ao ensino superior e de bolsas académicas como forma de atrair jovens mulheres para a sua rede de abuso sexual e de as manter sob controlo. Entre elas está Rina Oh, artista de Nova Io
Um relatório do FBI de 1996 veio expor a inação das autoridades norte-americanas face às primeiras denúncias contra Jeffrey Epstein, reveladas após a divulgação parcial de documentos relacionados com o caso.
O porta-voz de Bill Clinton rejeitou hoje qualquer ligação do ex-presidente à rede de Jeffrey Epstein e acusou Donald Trump de tentar usar o escândalo para desviar atenções, após a divulgação parcial de milhares de documentos do Departamento de Justiça.
O Senado norte-americano aprovou esta terça-feira, por unanimidade, um projeto de lei que obriga o Departamento de Justiça a divulgar os arquivos do caso Jeffrey Epstein, poucas horas após o texto ter passado na Câmara dos Representantes.
A Câmara dos Representantes dos EUA aprovou, esta terça-feira, o projeto de lei que obriga o departamento da Justiça a divulgar os ficheiros do caso Epstein, avança a Associated Press.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pediu aos republicanos no Congresso que aprovem a divulgação dos ficheiros relacionados com Jeffrey Epstein, revertendo a sua posição anterior. A decisão surge antes de uma votação esperada na Câmara dos Representantes esta semana.
Mensagens divulgadas por democratas da Comissão de Supervisão da Câmara dos Representantes mostram que Epstein referiu o presidente norte-americano em trocas de e-mails com Ghislaine Maxwell e o escritor Michael Wolff.
Membros de uma comissão do Congresso dos EUA que investiga o caso Jeffrey Epstein intensificaram os seus apelos para que André Mountbatten-Windsor responda a perguntas sobre as suas ligações ao falecido criminoso sexual.
Parlamentares norte-americanos divulgaram uma cópia de um "livro de aniversário" oferecido ao pedófilo condenado Jeffrey Epstein em 2003, que inclui uma nota alegadamente assinada pelo presidente norte-americano Donald Trump.
A justiça norte-americana publicou uma primeira leva de documentos judiciais relacionados com o multimilionário Jeffrey Epstein (1953-2019), acusado de abuso sexual e tráfico de menores, até agora confidenciais, noticiaram vários 'media'.
O príncipe Andrew deu uma entrevista inédita à BBC sobre a sua relação de amizade com o magnata Jeffrey Epstein, tendo negado ter abusado sexualmente de uma menor. No final, as críticas multiplicaram-se, ficaram “pontas soltas” e o príncipe foi desafiado a prestar depoimentos ao FBI.