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A decisão surge após semanas de confronto com o republicano James Comer, presidente da Comissão de Supervisão da Câmara, que exige que ambos prestem depoimento sob juramento, em cumprimento das intimações emitidas pela comissão.

Os Clinton tinham recusado inicialmente comparecer, alegando que as intimações eram ilegais e inexequíveis, e acusando os republicanos de instrumentalizar politicamente a investigação. Ainda assim, confirmaram agora que irão depor, evitando uma possível votação que poderia resultar em multas e até penas de prisão.

A comissão já tinha avançado com acusações formais de desacato, com apoio de vários democratas, invocando a necessidade de transparência total na investigação ao caso Epstein, que se suicidou em 2019 enquanto aguardava julgamento por crimes sexuais.

A ligação social de Bill Clinton a Epstein voltou a estar no centro do debate político, no contexto da recente divulgação de milhões de ficheiros pelo Departamento de Justiça. O antigo presidente não é acusado de qualquer ilegalidade, mas o caso continua a alimentar divisões partidárias no Congresso.

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