Os medicamentos compostos por GLP-1, como o Wegovy, o Moujaro e o Ozempic, podem causar doenças oculares e contribuir para gravidezes inesperadas e para o aparecimento de sinais de envelhecimento precoce.
A Novo Nordisk acusa a Eli Lilly de publicidade enganosa e processou a concorrente, dando entrada a uma ação judicial num tribunal dos Estados Unidos da América (EUA). Em causa estão afirmações da fabricante do Mounjaro que garante que os medicamentos que produz para perder peso são mais eficientes
A crescente utilização de medicamentos como o Ozempic e o Wegovy tem mudado a abordagem da obesidade e da diabetes, mas continua a levantar dúvidas sobre eficácia, efeitos secundários e a necessidade de tratamentos prolongados.
O consumo de medicamentos para emagrecer tem vindo a crescer entre atletas de alto-rendimento nos Estados Unidos da América, o que tem dado mais visibilidade às chamadas “canetas para emagrecer”. Há desportistas a estabelecer ligações com empresas de telemedicina e a participar em campanhas de publi
Um estudo publicado na revista JAMA Psychiatry alerta que medicamentos populares para perda de peso, como os agonistas do recetor GLP-1, estão a ser usados, e em alguns casos abusivamente, por pessoas que sofrem de perturbações do comportamento alimentar, levantando preocupações clínicas e de saúde
"A Revolução Ozempic" é o primeiro guia completo sobre o Ozempic e outros medicamentos para a perda de peso que oferece um panorama geral do seu funcionamento no organismo e explica como otimizar os seus resultados e evitar os possíveis efeitos secundários. Alexandra Sowa, médica especialista em ob
Os medicamentos para a obesidade que revolucionaram o tratamento da perda de peso poderão estar a trazer desafios inesperados. Duas investigações recentes sugerem que, apesar da sua eficácia na redução do peso corporal, fármacos como o Ozempic, Wegovy, Mounjaro e Zepbound podem estar associados a um
Os medicamentos da classe dos agonistas do GLP-1, como Ozempic, Wegovy e Mounjaro, estão a ser alvo de um interesse científico crescente para além do tratamento da obesidade e do diabetes tipo 2. Investigadores estão a explorar potenciais benefícios em várias áreas da medicina, incluindo doenças car
O acesso a fármacos para perda de peso tornou-se mais simples e generalizado em Espanha, num contexto marcado pelo aumento da oferta, novas formulações e maior presença nas redes sociais. A mudança está a transformar a forma como a obesidade é tratada e a levantar novas questões médicas e sociais.
A farmacêutica dinamarquesa Novo Nordisk anunciou uma redução de 19% no preço de duas das dosagens mais elevadas do medicamento Wegovy, utilizado no tratamento da obesidade. A medida entra em vigor a 1 de junho e aplica-se às doses de 1,7 mg e 2,4 mg.
O chamado hálito Ozempic, um termo popularizado nas redes sociais para descrever alterações no odor oral associadas ao uso de medicamentos para emagrecimento, está a impulsionar inesperadamente as vendas de pastilhas elásticas e rebuçados de menta, sobretudo nos Estados Unidos.
Investigação canadiana indica que “acidentes oculares” associados ao ingrediente semaglutida são mais frequentes em utilizadores de Wegovy do que em pacientes com Ozempic.
Após a detenção da médica recordista em receitar Ozempic, autoridades portuguesas alargam investigação a pacientes que receberam quantidades elevadas do medicamento.
O regulador australiano alerta para potenciais riscos de pensamentos suicidas e redução da eficácia de contracetivos em doentes que utilizam certos medicamentos para diabetes e emagrecimento.
A endocrinologista Graça Vargas vai sair em liberdade mediante o pagamento de uma caução de 500 mil euros, a apresentar no prazo de 30 dias, decidiu esta quinta-feira o Juízo de Instrução Criminal do Porto, segundo o Observador.
A popularidade de medicamentos para perda de peso como Ozempic e Wegovy está a desencadear uma nova procura por cirurgia estética, revelam cirurgiões plásticos citados pela CNN Internacional. Entre os efeitos indesejados associados a estas drogas está o chamado “Ozempic face”, expressão cunhada pelo
Mais de metade da população portuguesa tem excesso de peso ou obesidade. Ao contrário do que se possa pensar, a solução não passa pela dieta e pelo exercício físico, que deviam fazer parte da rotina de todas as pessoas. Considerada uma doença há 20 anos, a obesidade ainda é vista com estigma em Port
A Sociedade Portuguesa de Gastrenterologia pediu hoje a comparticipação de medicamentos como o Ozempic para tratar a obesidade e lamentou que os doentes com excesso de peso sejam criticados quando pedem esta medicação.
Um estudo que envolveu mais de 85.000 pessoas mostrou que o risco de agravamento da função renal foi reduzido em 22% devido à utilização de medicamentos como o Ozempic.
O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, prometeu um genérico do Ozempic para todos, já que pretende disponibilizar este medicamento na rede pública de saúde da cidade se for reeleito.