O Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano disse hoje que os Estados Unidos lançaram uma "guerra perigosa" contra o Irão, depois dos ataques norte-americanos a três instalações nucleares do país.
O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, manifestou-se hoje "gravemente alarmado com o uso da força pelos Estados Unidos contra o Irão", e advertiu que "não há solução militar" para substituir a diplomacia.
O Presidente norte-americano, Donald Trump, confirmou este sábado que as forças armadas dos Estados Unidos atacaram três centros nucleares no Irão, incluindo Fordo, juntando-se diretamente ao esforço de Israel para decapitar o programa nuclear do país.
O exército israelita anunciou hoje à noite que estava a realizar ataques na região de Bandar Abbas, um importante porto no sul do Irão, no Estreito de Ormuz.
O Presidente do Irão disse hoje que "em nenhuma circunstância" a República Islâmica porá fim às atividades nucleares, sublinhando que o regime de Teerão está disposto a negociar, mas reivindicando o direito de as prosseguir com fins pacíficos.
O ministro israelita dos Negócios Estrangeiros, Gideon Saar, anunciou este sábado que uma tentativa de ataque planeada pelo Irão contra cidadãos israelitas em Chipre foi frustrada com a ajuda das autoridades de Nicósia.
Bombardeiros furtivos americanos sobrevoaram este sábado o Oceano Pacífico, segundo dados de rastreio e informações da imprensa, alimentando especulações sobre o seu destino num momento em que o presidente Donald Trump avalia se vai unir-se à ofensiva israelita contra o Irão.
A AIEA confirmou que uma fábrica de centrífugas na central nuclear de Isfahan, no Irão, foi atingida por bombardeamentos israelitas, mas sem risco de radiação, pois não continha material nuclear.
Centenas de pessoas, principalmente exilados iranianos, saíram hoje às ruas de Berlim, na Alemanha, para exigir uma mudança de regime no Irão e contra o apaziguamento e a guerra.
Governo iraniano manifestou hoje disponibilidade para voltar ao diálogo sobre o seu programa nuclear se Israel cessar os seus ataques, após um encontro em Genebra, na Suíça, com as diplomacias britânica, francesa e alemã.
O secretário-geral da ONU pediu hoje que seja dada uma "oportunidade à paz" no conflito entre Israel e o Irão, frisando que a direção tomada pelas partes poderá moldar não só o destino das nações, como da humanidade.
A Casa Branca afirmou hoje que o Irão tem capacidade para montar uma bomba nuclear em "quinze dias" se o líder supremo, Ayatollah Ali Khamenei, der a ordem.
O ministro iraniano dos negócios Estrangeiros, Abbas Araghchi, anunciou hoje que vai a Genebra para participar de uma reunião, na sexta-feira, com os seus homólogos da França, Alemanha e Grã-Bretanha e a chefe da diplomacia da União Europeia (UE).
O presidente americano, Donald Trump, declarou, nesta quarta-feira (18), que o Irão entrou em contato com os Estados Unidos para negociar após vários dias de ataques entre a República Islâmica e Israel.
O Governo de Israel anunciou hoje um alívio das restrições impostas à população do país devido aos ataques iranianos, no sexto dia da guerra com o Irão desencadeada por um ataque israelita.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pediu a "rendição incondicional" da República Islâmica, afirmando que, "por enquanto", não tem intenção de matar o seu líder supremo. Já o presidente de França, Emmanuel Macron, advertiu também esta terça-feira que qualquer tentativa de mudar o regime n
Israel e Irão entraram esta madrugada no sexto dia de bombardeamentos recíprocos, com Jerusalém a anunciar a morte de outro general iraniano de topo e Washington a sugerir ser fácil matar o líder supremo iraniano, Ayatollah Ali Khamenei.
Um novo alerta devido ao lançamento de mísseis iranianos em direção a Israel levou as autoridades deste país a ordenarem à população, sobretudo de cidades do norte, que procure abrigo.
Os líderes do G7 afirmaram o direito de Israel a "defender-se", acusaram o Irão de ser a "principal fonte de instabilidade e de terrorismo na região" e apelaram à "proteção dos civis", segundo uma declaração conjunta.