Cuba sofreu esta sexta-feira o segundo apagão nacional da semana e o quarto registado em 2026, depois de uma falha total no Sistema Elétrico Nacional (SEN), agravando a crise energética que afeta o país há vários meses.
Cuba está esta terça-feira a enfrentar um apagão à escala nacional, cuja causa ainda está a ser investigada. O incidente ocorre num contexto de escassez de combustível e de problemas na rede de distribuição de eletricidade, que têm provocado cortes frequentes no fornecimento de energia.
As novas sanções da administração de Donald Trump estão a acelerar a saída de empresas europeias de Cuba. O setor do turismo é o mais afetado, mas áreas como transporte marítimo, energia e bebidas também enfrentam riscos. Enquanto a economia cubana se afunda numa crise profunda, a União Europeia par
O secretário de Estado dos Estados Unidos da América (EUA), Marco Rubio, diz que Havana aceitou a oferta de ajuda de 100 milhões de dólares (86,3 milhões de euros).
A administração norte-americana avançou com acusações criminais contra o antigo presidente cubano Raúl Castro, no âmbito do caso do abate de dois aviões civis em 1996, agravando as tensões diplomáticas entre Washington e Havana.
O Departamento de Justiça dos Estados Unidos da América (EUA) está a trabalhar para garantir acusações criminais contra o ex-presidente cubano Raúl Castro, de acordo com fontes familiarizadas com o assunto, avança a CNN.
O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, afirmou esta sexta-feira que a situação de Cuba está "pior do que nunca", sob um Governo que é "um desastre", em declarações à imprensa após deixar a Casa Branca, em Washington.
Cuba restabeleceu gradualmente esta terça-feira a energia elétrica, após um novo apagão generalizado, num contexto da grave crise energética na ilha, que se encontra sob pressão dos Estados Unidos da América.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou esta segunda-feira que Cuba está “à beira do colapso” e admitiu que Washington poderá vir a “tomar” a nação insular, numa altura em que o país enfrenta um apagão total e uma crise económica profunda.
Donald Trump anunciou este sábado a criação de uma nova coligação militar destinada a “erradicar os cartéis” no hemisfério ocidental. O anúncio foi feito durante um discurso perante líderes de países latino-americanos reunidos no resort de golfe do presidente, em Miami.
Donald Trump garantiu que, depois da operação militar no Irão, os Estados Unidos voltarão a concentrar-se em Cuba, onde o presidente afirma que Havana está pronta para negociar e que o governo da ilha “vai cair muito em breve”.
Donald Trump disse quinta-feira que "Cuba vai cair", evento que, comparou, vai ser "a cereja no topo do bolo", depois de décadas de bloqueio pelos EUA, enquanto se gabava de ser o causador da crise que afeta a ilha.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou esta sexta-feira que existe a possibilidade de uma “tomada de controlo amigável” de Cuba, alegando que o país enfrenta graves dificuldades económicas e que o secretário de Estado, Marco Rubio, está a tratar do assunto “a um nível muito elevado”.
A administração do presidente norte-americano, Donald Trump, instou, esta quarta-feira, o Governo cubano a adotar "mudanças drásticas muito em breve" e disse estar atenta às decisões que serão tomadas face à crise económica do país.
O segundo mandato do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, está a ficar marcado por uma série de avisos dirigidos a países considerados estratégicos para Washington.
Centenas de milhares de pessoas foram retiradas de casa nas províncias orientais de Cuba após o furacão Melissa atingir a ilha como uma tempestade de categoria três.
Fortes chuvas associadas à depressão tropical Imelda provocaram inundações, deslizamentos de terra e mais de 18 mil pessoas deslocadas no leste de Cuba, deixando comunidades isoladas, enquanto o país se prepara para uma temporada de ciclones “muito ativa”.
"Isso não é para nós", disse Michael ao seu filho num supermercado estatal em Havana que só aceita dólares. Na sua mais recente estratégia de captação de moeda, o Governo revive a histórica relação de amor e ódio com o dólar e acentua as desigualdades.
Cuba está a gerar cerca de um terço da procura média diária de eletricidade da última semana ao terceiro dia após o colapso total do sistema elétrico do país na passada sexta-feira, segundo dados oficiais divulgados hoje.
O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, classificou hoje os regimes de Cuba, Nicarágua e Venezuela como "inimigos da humanidade" e acusou-os de serem os causadores da crise migratória naquele hemisfério.
Cuba vai sofrer hoje o maior apagão elétrico do ano, com extensos cortes de energia simultâneos em quase 53% do país, devido a uma nova avaria na central de Antonio Guiteras.
O líder da diplomacia dos Estados Unidos aprovou o restabelecimento de uma "lista negra" que veta certas transações com empresas ligadas às forças ou pessoal militar, serviços de informação ou forças de segurança de Cuba.