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Trump afirmou que Cuba enfrenta uma situação crítica: “Não têm dinheiro, não têm petróleo, não têm comida. É realmente uma nação em profunda crise e eles querem a nossa ajuda.” O presidente acrescentou que conhece os problemas do país desde a infância e que vê como possível uma intervenção pacífica liderada pelos EUA, “algo bom… muito positivo” para os cubanos expulsos do país.
Segundo a Reuters, o governo cubano negou que esteja a participar em negociações de alto nível com os Estados Unidos, embora não tenha descartado completamente encontros informais entre funcionários norte-americanos e Raul Guillermo Rodriguez Castro, neto do antigo presidente cubano Raul Castro. Relatórios recentes indicam que Rubio manteve encontros secretos com Raul Guillermo Castro durante conferências regionais no Caribe.
As tensões com Cuba aumentaram após forças cubanas matarem quatro exilados e ferirem seis outros, que navegaram em águas cubanas num barco rápido registado na Flórida e abriram fogo contra uma patrulha. Marco Rubio negou que se tratasse de uma operação norte-americana e disse que nenhum agente do governo dos EUA esteve envolvido.
A situação económica de Cuba tem-se agravado com a interrupção quase total do fornecimento de petróleo pelos EUA e a recente captura de Nicolás Maduro, presidente da Venezuela, aliado estratégico de Havana. Rubio criticou nas últimas semanas o governo cubano, afirmando que a situação atual é insustentável e que o país precisa de mudanças “dramáticas”.
A comunidade de exilados cubanos nos EUA, concentrada sobretudo em Miami, tem há muito o sonho de ver o governo cubano derrubado ou a sua queda, e participou em anteriores tentativas de conspirar contra o regime estabelecido pelo falecido líder revolucionário Fidel Castro. Trump destacou este grupo, afirmando que uma possível tomada de controlo “poderia ser muito positiva” para aqueles que desejam regressar a Cuba.
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