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Após uma operação relâmpago na Venezuela, Trump voltou a invocar a Doutrina Monroe, agora rebatizada de “Doutrina Donroe”, para justificar a expansão da influência norte-americana.

Eis alguns países que já foram 'avisados' pelo líder norte-americano

Gronelândia

Trump afirmou que os Estados Unidos “precisam da Gronelândia” por razões de segurança nacional, apontando a presença de navios russos e chineses na região. A ilha, rica em minerais de terras raras e estrategicamente localizada no Ártico, pertence ao Reino da Dinamarca. O primeiro-ministro gronelandês rejeitou a ideia de controlo norte-americano, classificando-a como uma “fantasia”.

Colômbia

Poucas horas após a ação na Venezuela, Trump deixou um aviso direto ao presidente colombiano, Gustavo Petro, acusando-o de permitir a expansão do narcotráfico. Washington já impôs sanções à Colômbia, apesar de o país ser historicamente um aliado-chave dos EUA na luta contra a droga.

“A Colômbia está a ser governada por um homem doente que gosta de fabricar cocaína e vendê-la aos Estados Unidos”, alertou.

Irão

Perante protestos em massa no Irão, Trump avisou que os Estados Unidos poderão agir “com muita dureza” se continuarem a morrer manifestantes. O tema foi central numa recente reunião com o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, num contexto de tensão após ataques a instalações nucleares iranianas.

“Se começarem a matar pessoas como fizeram no passado, penso que vão ser atingidos com muita dureza pelos Estados Unidos”, disse Trump.

México

Trump voltou a acusar o México de não travar o tráfico de droga e a imigração ilegal, afirmando que os cartéis são “muito fortes” e que será necessário agir. A presidente mexicana, Claudia Sheinbaum, rejeitou qualquer possibilidade de intervenção militar norte-americana no país.

"A droga está a entrar em massa através do México. Vamos ter de fazer alguma coisa", ameaçou o presidente norte-americano.

Cuba

O Presidente norte-americano considerou que Cuba está “prestes a cair” e que não será necessária ação militar. A ilha enfrenta dificuldades económicas agravadas pela perda do apoio venezuelano, num contexto em que Washington mantém sanções há várias décadas.

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