O líder do Chega começou ontem o julgamento sobre os polémicos cartazes das Presidenciais 2026 com uma tentativa de reconciliação que não aconteceu, revela fonte do Tribunal Cível ao 24notícias.
O candidato a Belém teve então de sair do tribunal para os queixosos serem ouvidos. O julgamento prosseg
Carlos Moedas nomeou Mafalda Guerra para o cargo de vogal do Conselho de Administração dos Serviços Sociais da Câmara Municipal de Lisboa. A escolha ganhou destaque por Mafalda Guerra ser uma conhecida militante do Chega e ex-candidata às Autárquicas pelo partido.
A deputada socialista Eva Cruzeiro viu a sua assinatura adulterada na reunião desta quarta-feira da Comissão de Assuntos Constitucionais, aparecendo no livro de presenças como “Evita Perón”.
O líder do Chega poderá ser ouvido como arguido num processo por alegada difamação a Joaquim Pinto Moreira, depois de o Ministério Público ter solicitado o levantamento da sua imunidade parlamentar, na sequência de declarações feitas por André Ventura numa entrevista televisiva.
A Comissão Parlamentar de Transparência instou o deputado do Chega Filipe Melo a retratar-se publicamente pela “conduta inapropriada” que teve numa sessão plenária e a ponderar se tem condições para continuar a exercer funções na Mesa da Assembleia da República. As recomendações constam de um parece
O líder parlamentar do Chega, Pedro Pinto, revelou hoje que o partido vai votar contra a proposta do Orçamento do Estado para 2026 na votação final global.
O presidente do Chega, André Ventura, garantiu que o seu partido viabilizará todas as propostas para descidas e fins de portagens pagas em Portugal, porque as considerar “estruturalmente injustas”.
A Comissão de Assuntos Constitucionais considerou esta quinta-feira inconstitucional uma proposta do Chega para alterar o Orçamento do Estado para 2026 que pretendia impedir a atribuição de verbas públicas destinadas à construção de mesquitas, segundo adiantou a Lusa. A iniciativa contou apenas com
Aguiar Branco alude a uma regra de 2009 que obriga os deputados a pedir autorização prévia à AR antes de fazer viagens, só mediante essa autorização ajudas de custo podem ser pagas e essa é a justificação de José Pedro Aguiar Branco para não pagar viagem a Manuel Magno Alves.
André Ventura, líder do Chega e candidato presidencial, assumiu hoje que a a ação judicial para retirada dos seus cartazes com referências à comunidade cigana é uma "jogada política", admitindo que só os retirará por ordem do tribunal.
Na sexta-feira, a deputada socialista Eva cruzeiro solicitou ao presidente da Assembleia da República a abertura de um inquérito contra o deputado do Chega, Felipe Melo por comentários racistas e xenófobos.
O deputado do Chega Filipe Melo foi acusado por um dirigente local do partido de não devolver um empréstimo de 6.500 euros, concedido entre 2023 e 2024, e enfrenta agora uma ação cível no tribunal de Braga.
O Livre condenou o acordo entre a coligação liderada por Marco Almeida e o Chega em Sintra, recusando qualquer entendimento com a extrema-direita e prometendo uma oposição firme ao novo executivo municipal.
Em Sintra, Viseu e Porto, as negociações para a formação dos novos executivos revelam alianças inesperadas e ruturas internas. O PSD surge ligado ora ao Chega, ora ao PS, a Iniciativa Liberal enfrenta uma crise e o PS vê alguns dos seus eleitos integrarem executivos à direita.
A Comissão Parlamentar de Transparência e Estatuto dos Deputados decidiu não investigar o caso da divulgação de nomes de crianças pelos deputados do Chega, André Ventura e Rita Matias, remetendo o caso para o Ministério Público
A fundadora e militante número três do Chega, Fernanda Marques Lopes, manifestou apoio à nova queixa apresentada por António Garcia Pereira junto do Ministério Público, que pede a extinção do partido liderado por André Ventura. Em entrevista à SIC Notícias, a histórica militante afirmou que o advoga
A recontagem dos votos para a Câmara Municipal de Lisboa, feita hoje em assembleia de apuramento geral, confirmou a eleição de um segundo vereador para o Chega.
Os cartazes da candidatura presidencial de André Ventura, com frases como “Os ciganos têm de cumprir a lei” e “Isto não é o Bangladesh”, levaram a Comissão Nacional de Eleições a pedir a intervenção do Ministério Público por suspeitas de incitação à discriminação. Em declarações ao 24notícias, o con
O cartaz "Isto não é o Bangladesh", associado à candidatura presidencial de André Ventura, líder do Chega, levou a que a embaixada do país em Lisboa alertasse os cidadãos.
O Chega vai recorrer ao Tribunal Constitucional (TC) após a decisão que deixou a CDU a apenas um voto nas eleições autárquicas, no que concerne a Câmara Municipal de Lisboa.
O líder do Chega, André Ventura, reagiu novamente à desvinculação de Gabriel Mithá Ribeiro do partido e considera que este ato é "mau para o país" e para a política.