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Sou assim porque vi que tenho uma perturbação mental: Como os rótulos justificam os nossos comportamentos
A tecnologia veio para ficar e, com ela, há mais acesso a informação sobre saúde e doença mental. Por vezes, isso facilita a procura de ajuda profissional. Por outras, contribui também para que as perturbações mentais se tornem banais, levando as pessoas a desresponsabilizarem-se das suas ações.por Daniela Sousa -
Viver depois da perda: o luto como dor e transformação
Quando perdemos alguém, é como se, por dentro, tudo tivesse parado, enquanto lá fora a vida continua e o tempo não abranda. Há um descompasso profundo entre o eu e o mundo. O luto é um lugar de dor, mas também de transformação. -
Quando as férias não são tempos felizes...
A idealização do tempo de férias, como tempo de autocuidado, ritmos serenos e convívio familiar feliz, nem sempre corresponde ao que ocorre em muitas famílias. A convivência prolongada pode levar ao intensificar de tensões, descortinar conflitos e originar discussões. -
Contra o triunfo dos porcos, escutar é resistir
O mundo imprevisível e agitado em que vivemos pode trazer consigo uma fatura pesada para a saúde mental das pessoas. Proponho-me hoje revisitar uma obra marcante da minha vida e ligá-la à psicoterapia como espaço importante de esperança, empatia e liberdade.por Luís Gonçalves -
Estratégias de sobrevivência psicológica em tempos incertos – pense, escute e olhe
Basta ligar a televisão e sintonizar um qualquer espaço de informação sobre o mundo que somos confrontados com realidades duras do que vai acontecendo, a velocidade alucinante, no mundo em que nos situamos.por Catarina Janeiro -
Diz-me o que procuras nos outros e dir-te-ei o que te falta
Será isto sempre assim? Nem sempre, podemos procurar nos outros aspetos saudáveis e satisfatórios sem que isso signifique necessariamente uma carência. Mas acontece várias vezes e há que aprender a distinguir ambas as hipóteses para que sejamos cada vez mais livres nas nossas escolhas.por Inês Paiva -
Entender o Auto-cuidado: não é egoísmo, é um acto de amor
Bem sei, “outro texto na net sobre auto-cuidado”. É verdade, não posso negar. Mas é precisamente por existirem tantos que escrevo sobre este tema. -
Do silêncio à autenticidade: como a falta de assertividade desafia a terapia e como mudar
Ouvimos falar de assertividade nos mais diversos contextos da nossa vida. Contudo, é comum haver desconhecimento acerca do que é a assertividade, ou a crença de que é algo “impossível de aplicar”, frase que ouvi diversas vezes em contexto de formação. Outra expressão que ouço frequentemente é “Tive -
Psicoterapia: como saber se é hora de seguir sozinho?
A terapia é um espaço de crescimento e mudanças profundas, mas será que chegou o momento de seguir sozinho? Como saber se ainda precisa desse suporte ou se já desenvolveu autonomia suficiente?por Inês Amaro -
Há colo e mimo a mais? Não! E vou explicar-lhe porquê
A necessidade de colo é parte integrante de se ser humano. Ele é fundamental para o desenvolvimento emocional, psicológico, social e físico de bebés e crianças. Mais colo, carinho e amor são factores protectores da sua saúde mental e não impedem o natural desenvolvimento da autonomia.por Ana Sousa -
Devemos falar com as crianças sobre a morte? A resposta é simples: sim
A morte faz parte do ciclo da vida. Se é, por si só, um conceito complexo, como é quando uma criança o tenta compreender? Adequando à idade, responda abertamente às questões da criança sobre a morte, não evite o tema e seja honesto.por Maria Guerreiro -
Diálogo em transformação: comunicação entre adolescentes e a família
O texto aborda a comunicação entre adolescentes e a família. A comunicação é essencial para o desenvolvimento saudável da relação familiar, fortalece os laços familiares, promove a autoestima dos jovens e prepara-os para os desafios da idade adulta.por Sandra Helena -
O processo terapêutico chega ao fim
Com o calor e as férias de Verão, chegam, muitas vezes, pausas mais prolongadas nos processos terapêuticos ou conjugam-se mesmo momentos de alta terapêuticas e fins de processo. Este é um texto sobre os finais dos processos terapêuticos porque é tão importante pensar o que acontece no princípio, no -
Após o adeus silencioso: a importância do luto ao perder um animal
Perder um animal pode causar um impacto psicológico semelhante ao de perder uma pessoa? Sim, o impacto é proporcional à força do laço com o ente perdido, não à sua espécie. Perder um animal amado implica que precisamos de enlutar, uma necessidade nem sempre compreendida.por Inês Paiva -
Entre o medo e o desejo de se relacionar
É a partir das relações que nos desenvolvemos e é a partir de uma relação satisfatória, que nos cuida, nutre e consequentemente nos faz perceber como bons, suficientes, merecedores de cuidado e de estima que o olhar sobre nós e o mundo se configuram. -
Da vida Real para a Digital
A evolução e disseminação da tecnologia tem-nos trazido um sem número de vantagens. Mas, também, muitos desafios e dificuldades. Várias delas a nível da nossa Saúde Mental e é importante não esquecermos a realidade real. É preciso viver.por Luís Gonçalves -
Se eu não cuidar de mim, quem cuidará?
A relação connosco próprios implica desafio, determinação, persistência e imaginação! É essencial que prestemos atenção aos sinais do corpo e da mente de forma a não nos desconectarmos do “mundo interno”.por Bruna Francisco -
Porque é que o jornalismo é importante para a literacia em saúde mental?
Historicamente, o jornalismo tem-se desenvolvido a par da democracia ou esta com ele. O jornalismo representa a divulgação de informação e a criação de formas de acesso à mesma, ponto fundamental de uma democracia madura: a premissa de que todos temos acesso à informação livre, clara e verídica. Qua -
A Insegurança no Amor
Quando duas pessoas se relacionam, partem da sua essência humana de busca primária de Segurança. Esta é a base que permite crescer, só em Segurança o Amor floresce.por Vanessa Damásio -
O corpo adoece por causas psicológicas? Sim e este é um sinal que não deve desvalorizar
Costuma ter sinais físicos quando está ansioso ou alterado emocionalmente? Fique a saber que o nosso corpo e as nossas emoções estão em contacto direto e que estas acabam por se expressar fisicamente.por Catarina Janeiro -
Desconectando-se para se conectar: Como encontrar o equilíbrio psicológico num mundo em constante actualização?
Neste nosso mundo em constante aceleração, a informação é actualizada a cada momento. É, por isto, difícil sermos alheios a ela e encontrarmos momentos onde não somos impelidos a procurá-la. Para o nosso bem-estar, é imperativo que encontremos soluções. -
Comunicação no casal: como se pode prevenir danos cumulativos?
A capacidade de comunicar eficazmente pode ser uma força transformadora numa relação, fortalecendo os laços que mantêm os casais juntos, para que possamos ouvir mais vezes frases como “conseguimos conversar sobre tudo” em detrimento de “já não conseguimos falar”. -
Dores de crescimento: o papel da família na adaptação dos adolescentes ao novo ano letivo
O recomeço das aulas pode ser um momento de maior ansiedade para alguns alunos que iniciam o seu percurso numa nova escola ou ciclo de ensino. E quando esse início coincide com a adolescência? São demasiadas mudanças e emoções. Qual o papel da família nesta gestão?por Maria Guerreiro