Realizou a sua formação académica na Faculdade de Psicologia da Universidade de Lisboa, tendo concluído o Mestrado em Psicologia Clínica e da Saúde – Psicoterapia Cognitiva Comportamental e Integrativa. Tem vindo a construir o seu percurso profissional através de várias formações, sendo especialmente interessada pela forma como as pessoas se relacionam entre si, bem como pela interação entre o corpo e a mente. Na sua prática clínica, investe em adaptar-se às necessidades individuais de cada cliente, dando prioridade às sensações que acontecem no momento presente da relação terapêutica. É na Psinove – Inovamos a Psicologia onde exerce a maioria da sua prática, com o acompanhamento psicológico de adultos e orientação vocacional de jovens, para além de participar na criação de conteúdos para as redes sociais.
A tecnologia veio para ficar e, com ela, há mais acesso a informação sobre saúde e doença mental. Por vezes, isso facilita a procura de ajuda profissional. Por outras, contribui também para que as perturbações mentais se tornem banais, levando as pessoas a desresponsabilizarem-se das suas ações.
Certamente todos nós já nos encontrámos numa longa conversa com um amigo, familiar ou conhecido que se sentia mais triste ou a enfrentar alguma dificuldade. Quem nunca deu por si a ajudar o outro, reconhecer que algo não está bem na sua vida ou até a dar conselhos na tentativa de o ajudar a sentir-s
Por sentirem necessidade de serem cuidadas e aprovadas pelo outro, adotam muitas vezes comportamentos mais passivos ou submissos na maioria dos contextos. Por sentirem medo de serem rejeitadas ou abandonadas, agem de forma a tentar não desiludir os outros ou a fazê-los sentir emoções desagradáveis.