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As detenções ocorreram no dia 30 de julho, na freguesia de Porto Salvo, no âmbito da “Operação Regente”, levada a cabo pelo Comando Metropolitano de Lisboa da PSP, através da Divisão Policial de Oeiras.

De acordo com a polícia, em comunicado, os assaltos vinham a ocorrer desde fevereiro e revelam um elevado grau de premeditação. O grupo simulava encomendas fictícias para atrair os estafetas para zonas com fraca iluminação, onde eram surpreendidos e agredidos com recurso a força física e, em vários casos, a armas brancas. As vítimas eram assaltadas quando entregavam as encomendas ou no momento em que retomavam a marcha.

Os assaltantes subtraíam dinheiro, telemóveis e motociclos utilizados pelos estafetas no desempenho das suas funções. Apesar da violência empregue, todos os motociclos roubados foram recuperados pela polícia no próprio dia ou nos dias imediatos.

Durante os crimes, alguns elementos do grupo usavam balaclavas (gorros que tapam a cara e a cabeça), tentando dificultar a sua identificação e evidenciando uma atuação organizada.

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A PSP refere que esta sequência de crimes gerou um clima de medo entre os estafetas, alguns dos quais manifestaram receio em continuar a trabalhar em determinadas zonas de Oeiras. Também a população local demonstrou crescente preocupação, uma vez que os roubos ocorreram em áreas residenciais, provocando alarme social.

Os cinco detidos foram presentes à autoridade judiciária, tendo sido aplicada a medida de coação de prisão preventiva a quatro deles. O quinto ficou sujeito a apresentações diárias.