António José Seguro venceu de forma clara e histórica a segunda volta das eleições presidenciais, tornando-se o Presidente da República mais votado de sempre em democracia.
O comboio de tempestades que se fez sentir nas últimas semanas em Portugal, trouxe um cenário de tragédia e paralisou as campanhas à presidência. Mas nem por isso os candidatos ficaram afastados do terreno, escolheram estratégias diferentes e distantes uma da outra, qual a mais eficaz?
Em Priscos, a freguesia de Braga onde se faz o maior presépio vivo da Europa, o candidato da extrema-direita venceu a primeira volta das presidenciais. O 7MARGENS foi indagar razões de, numa terra com experiência de acolhimento do diferente – religioso, social, político, cultural –, ter vencido o di
Dias um e oito de fevereiro os portugueses voltam às urnas para fechar em definitivo as presidenciais de 2026. Nos últimos sete anos, se excluirmos eleições autárquicas, fomos às urnas oito vezes e com a segunda volta destas presidenciais, nove. Delimitei este exercício de memória em sete anos não p
Cerca de 309 mil eleitores inscreveram-se para votar antecipadamente no domingo, na segunda volta das eleições presidenciais, um aumento de cerca de 90 mil face à primeira volta, de acordo com dados provisórios da Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna (SGMAI).
A depressão Kristin está a marcar a campanha da segunda volta das presidenciais, mas os candidatos têm estratégias diferentes quanto à forma de incluir a tragédia na agenda. O Governo também está a dividir-se pelas zonas afetadas.
O candidato António José Seguro continua a recolher apoios de peso, desta vez mais um ex-presidente que é uma das referências de modelo de presidência André Ventura.
Apresentam-se como “católicos de diferentes sensibilidades”, mas têm em comum a certeza de que, no próximo dia 8 de fevereiro, irão votar em António José Seguro e querem apelar a que todos os católicos façam o mesmo, por considerarem que este é o único candidato que “respeita as instituições e não p
O país ouviu André Ventura dizer que um dos seus imperativos era devolver os valores cristãos à sociedade portuguesa. Sendo uma nobre intenção, perguntei-me logo: mas a que valores se estará a referir?
Três horas e quarenta minutos de confronto, uma frase célebre e um Portugal suspenso à frente do ecrã: assim ficou para a história o debate entre Mário Soares e Álvaro Cunhal em 1975. Hoje, debates televisivos continuam a ser palco de tensão, mas com novas regras e novos atores.
O antigo Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, anunciou que vai votar em António José Seguro na segunda volta das eleições presidenciais, marcada para 8 de fevereiro.
O ex-líder do PSD e comentador político optou por não declarar apoios na noite eleitoral, mas confirmou ao Expresso ser "uma questão de coerência" o voto em António José Seguro.
Após a primeira volta das eleições Presidenciais, que reduz a disputa a dois candidatos, arranca já a preparação da segunda volta, cujo voto antecipado está marcado para o dia 1 de fevereiro.
Com nenhum candidato a alcançar maioria absoluta na primeira volta das eleições presidenciais de 18 de janeiro de 2026, Portugal prepara-se para a segunda volta, marcada para 8 de fevereiro. Seguro e Ventura enfrentam-se na segunda volta, garantindo que haverá um vencedor claro, como prevê a Constit
O futuro do Sport Lisboa e Benfica decide-se hoje, com a segunda volta das eleições presidenciais entre Rui Costa e João Noronha Lopes, uma situação inédita na história do clube.
Cerca de 3,8 milhões de croatas começaram, às 7h locais (6h em Portugal continental), a votar na segunda ronda das presidenciais, disputadas pelo Presidente cessante, Zoran Milanovic, e pelo candidato conservador, Dragan Primorac.
O candidato Fernando Haddad, do Partido dos Trabalhadores (PT), assume que se for eleito na segunda volta das eleições brasileiras vai reforçar a relação de proximidade do Brasil com Portugal, numa perspetiva de combate à política de austeridade.