Péter Magyar, vencedor das eleições legislativas na Hungria, publicou um vídeo nas redes sociais em que aparece o primeiro-ministro cessante, Viktor Orbán, ao longe.
A queda do regime de Órban na Hungria é desde já um dos acontecimentos relevantes deste ano. O vencedor de modo retumbante, Péter Magyar, ainda tem pela frente mostrar que corresponde ao que dele se espera e que sabe transformar o voto de protesto em processo político.
O novo primeiro-ministro húngaro acusa aparelho de Estado de favorecer Orbán e defende convocação imediata do parlamento após validação dos resultados.
No discurso de vitória, Péter Magyar afirmou, perante uma grande multidão em Budapeste, que o seu partido Tisza venceu as eleições na Hungria por uma margem muito significativa, com possibilidade de obter uma maioria de dois terços no parlamento.
Em Budapeste, o ambiente é de celebração. Na festa eleitoral do Tisza, de Péter Magyar, há multidões a aplaudir, rir e abraçar-se, num clima de entusiasmo pela vitória da oposição. À capital húngara chegam reações de todo o mundo.
Viktor Orbán reconheceu a derrota nas eleições legislativas húngaras, admitindo que o resultado é “claro” e “doloroso” para o seu partido, o Fidesz. Segundo o líder da oposição, Péter Magyar, Orbán telefonou-lhe para o felicitar pela vitória, sinalizando o fim de 16 anos no poder.
Os primeiros resultados parciais das eleições na Hungria sugerem uma disputa muito renhida entre os dois principais partidos, com o partido governamental Fidesz e a oposição Tisza separados por apenas 3 a 4 pontos percentuais em várias zonas. Até agora, com cerca de 21% dos votos contados, o Tisza a
As urnas na Hungria já fecharam, embora quem ainda estivesse na fila às mesas de voto tenha podido votar; quem chegou depois já não foi autorizado a exercer o seu direito de voto.
As eleições legislativas na Hungria estão a decorrer num clima de forte tensão e desconfiança, com acusações mútuas de fraude eleitoral entre o governo de Viktor Orbán e a oposição liderada por Péter Magyar.
Péter Magyar tornou-se, em pouco mais de dois anos, a figura central da oposição na Hungria e o mais sério desafio ao domínio prolongado de Viktor Orbán desde que chegou ao poder em 2010. O que torna o seu caso particularmente incomum é o facto de não vir de fora do sistema, mas sim ser alguém que c
Na véspera de umas eleições consideradas históricas na Hungria, a campanha entra na reta final com uma disputa intensa entre o primeiro-ministro Viktor Orbán, no poder há 16 anos, e o seu principal rival, Péter Magyar, que acredita estar próximo de uma vitória.
Péter Magyar, líder do partido de oposição Tisza, surge como potencial novo primeiro-ministro da Hungria e promete uma transformação profunda da política de defesa do país caso consiga derrotar Viktor Orbán, que governa há 16 anos. A sua candidatura está a gerar expectativas em Bruxelas e na NATO de