O embaixador de Israel em Portugal, Oren Rozenblat, rejeitou o relatório das Nações Unidas que declarou oficialmente a fome em Gaza, negando a existência de desnutrição fatal no enclave palestiniano.
A ONU declarou hoje oficialmente a fome na cidade de Gaza. Os especialistas já tinham alertado que 500.000 pessoas se encontravam numa situação catastrófica.
A Organização das Nações Unidas (ONU) exigiu esta sexta-feira que o plano israelita de controlo militar da Faixa de Gaza seja "imediatamente suspenso".
Portugal admite reconhecer oficialmente o Estado da Palestina, segundo uma declaração conjunta assinada por 15 países no final de uma conferência internacional na ONU, em Nova Iorque, dedicada à implementação da solução de dois Estados.
Os jornalistas da agência France Presse (AFP) expuseram nas redes sociais a situação de risco iminente em que vivem na Faixa de Gaza, podendo vir a morrer por não conseguirem aceder aos centros de ajuda e distribuição, constantemente bombardeados por Israel. O comunicado alerta que "sem intervenção
O mais recente ataque israelita sobre a Palestina fez pelo menos 85 mortos, que procuravam ajuda nos centros de alimentação. Esta segunda-feira, Israel iniciou uma ofensiva significativa, combinando ataques aéreos e operação terrestre, contra Deir al-Balah — um centro fundamental para os esforços hu
Espanha, Irlanda e Portugal vão juntar-se a mais de 20 países numa cimeira internacional de emergência, em Bogotá, com o objetivo de coordenar ações diplomáticas e legais contra violações cometidas por Israel. Turquia, China e Qatar também vão estar representados.
Um tiroteio do Exército israelita junto a um dos pontos de distribuição da Fundação Humanitária Americana para Gaza, na cidade de Rafah, fez, pelo menos, 24 mortos.
Mais de 190 países adotam esta semana o "Compromisso de Sevilha", que, para o subsecretário-geral da ONU Marcos Neto, "é o melhor documento possível" no mundo atual, mas permitirá avanços no financiamento do desenvolvimento e combate à pobreza.
O secretário-geral da ONU alertou hoje que o sistema de ajuda imposto por Israel em Gaza "está a matar pessoas", sublinhando que "qualquer operação que leve civis desesperados para zonas militarizadas é, inerentemente, insegura".
Milhares de pessoas impedidas de chegar à Europa estão retidas em acampamentos isolados no país africano, onde dizem estar esquecidas pelas autoridades internacionais.
Os ministros dos Negócios Estrangeiros dos 27 da União Europeia (UE) discutem hoje os desenvolvimentos na guerra na Ucrânia e a escalada do conflito entre Israel e o Irão, após os bombardeamentos norte-americanos contra várias instalações nucleares iranianas.
Depois do ataque dos Estados Unidos no Irão, a comunidade internacional começou a reagir e a escolher lados. Enquanto uns condenam o bombardeamento americano, outros exigem o controlo do programa nuclear iraniano pela intimidação. Acompanhe aqui as últimas declarações das grandes potências mundiais
O secretário-geral da ONU, António Guterres, alertou hoje para um "ciclo de retaliação sem saída", na sequência dos ataques norte-americanos que visaram instalações nucleares iranianas que, segundo frisou, marcaram um "ponto de viragem perigoso" na região.
O número de vítimas civis registadas nos primeiros cinco meses deste ano na Ucrânia chegou a 5.144, incluindo 859 mortos e 4.285 feridos, um total 47% superior ao do mesmo período de 2024, indicou hoje a ONU.
O secretário-geral da ONU pediu hoje que seja dada uma "oportunidade à paz" no conflito entre Israel e o Irão, frisando que a direção tomada pelas partes poderá moldar não só o destino das nações, como da humanidade.
As Nações Unidas criticaram hoje, no Dia Dundial dos Refugiados, os cortes destinados à ajuda humanitária que põem em risco as 122 milhões de pessoas obrigadas a encontrar proteção longe dos locais de residência.
A recuperação de 1,5 mil milhões de hectares de terras poderá desbloquear uma economia de restauração de mil milhões de dólares, indica a ONU a propósito do Dia Mundial de Combate à Seca e à Desertificação.
Os direitos das mulheres e das minorias sofrem um "retrocesso" em todo o mundo e se tornaram "bodes expiatórios", denunciou o alto comissário da ONU para os Direitos Humanos, Volker Türk, nesta segunda-feira.
Apesar dos avanços, quase 138 milhões de crianças ainda trabalhavam em todo o mundo em 2024, segundo um relatório publicado nesta quarta-feira pela ONU, que teme que, no ritmo atual, a erradicação do trabalho infantil demore "centenas de anos".
A ONU apelou hoje a uma desescalada de tensões após três dias de confrontos em Los Angeles entre a polícia e manifestantes contra a política de imigração do Presidente Donald Trump, alertando contra o uso de forças militares.