Youssef, nome fictício utilizado por razões de segurança, relatou ter sido vítima de agressões na esquadra da PSP do Largo do Rato, em Lisboa, descrevendo uma experiência que diz ter vivido com “medo de morrer” e marcada por “humilhação e tortura”.
A juíza de instrução do caso das esquadras do Rato e do Bairro Alto, em Lisboa, considerou insuficientes os indícios apresentados pelo Ministério Público para sustentar a acusação de tortura contra oito dos 14 polícias detidos no âmbito do processo.
A Polícia de Segurança Pública (PSP) anunciou esta terça-feira que instaurou um processo disciplinar e afastou do dispositivo de investigação criminal um agente suspeito de uma alegada fuga de informação relacionada com o inquérito que investiga crimes nas esquadras do Rato e do Bairro Alto, em Lisb
Quatro dos 15 polícias detidos por tortura e violação na esquadra do Rato ficam em prisão preventiva até relatório social ser divulgado. A informação foi divulgada hoje, segunda-feira, no final da leitura das medidas de coação no Campus de Justiça.
A investigação ao caso de alegadas torturas e agressões em esquadras da PSP em Lisboa conheceu novos desenvolvimentos, com a identificação de uma alegada fuga de informação que terá permitido a alguns dos agentes detidos antecipar a operação policial e preparar a sua defesa.
O Ministério Público (MP) pediu a aplicação da medida de coação mais grave, prisão preventiva, para quatro dos agentes da Polícia de Segurança Pública (PSP) detidos no âmbito do processo relacionado com alegados crimes de tortura e outros ilícitos ocorridos na esquadra do Rato, em Lisboa.
Os 15 agentes da PSP detidos no âmbito da investigação a alegados casos de tortura e violações na esquadra do Rato, em Lisboa, começaram esta quinta-feira a ser ouvidos no Tribunal Central de Instrução Criminal. O único civil detido na operação já foi libertado, após o juiz considerar ilegal a sua d
Um grupo de mensagens entre agentes da PSP, com cerca de 70 membros, terá sido usado para a partilha de vídeos de detidos alegadamente sujeitos a tortura, agressões e violação, num caso que já levou à detenção de 24 polícias e um civil em diferentes fases da investigação.
O Ministério Público e a Polícia de Segurança Pública estão a realizar dezenas de diligências no âmbito de um inquérito que investiga alegados crimes graves ocorridos nas esquadras do Rato e do Bairro Alto.
O Tribunal Central de Instrução Criminal decidiu levar a julgamento dois agentes da Polícia de Segurança Pública acusados de tortura, violação e abuso de poder sobre detidos na esquadra do Rato, em Lisboa.
A cirurgia ocorreu após as primeiras detenções e está a ser analisada no contexto das suspeitas de tortura, violação e abuso de poder na esquadra do Rato.
O Ministério Público (MP) e a Polícia de Segurança Pública (PSP) realizaram hoje uma operação de grande envergadura relacionada com factos ocorridos na Esquadra do Rato, em Lisboa. A ação envolveu sete detenções, nove buscas domiciliárias e sete buscas em instalações da PSP, informou o MP.
Dois agentes da Polícia de Segurança Pública (PSP) que exerciam funções na esquadra do Rato, em Lisboa, estão em prisão preventiva após terem sido acusados pelo Ministério Público (MP) de tortura, violação e abuso de poder, sobretudo contra toxicodependentes, pessoas em situação de sem-abrigo e estr