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No total, foram detidos 15 polícias e um civil, segurança de um espaço noturno. Um dos agentes foi libertado pouco depois da detenção, realizada na terça-feira, enquanto o civil foi libertado na quinta-feira, na sequência da aceitação de um pedido de habeas corpus por detenção ilegal, de acordo com a CNN Portugal.

Dos 15 polícias detidos, 14 são suspeitos de 19 crimes de tortura, além de outros crimes como ofensas à integridade física, abuso de poder e falsificação de documento, num total de nove situações descritas pelo Ministério Público, segundo fonte ligada ao processo.

Um dos agentes não terá participado diretamente nas alegadas agressões, sendo suspeito de crimes de tortura, abuso de poder e ofensas à integridade física por omissão, por alegadamente ter assistido aos factos. Outro polícia é suspeito de ofensas à integridade física, falsificação de documento, furto e violação de correspondência.

Com estas detenções, o número de elementos da PSP envolvidos no processo sobe para 24, no âmbito de uma investigação a alegados crimes ocorridos nas esquadras do Largo do Rato e do Bairro Alto.

Na mesma operação, realizada na terça-feira, o Ministério Público e a PSP executaram 30 buscas domiciliárias e em instalações policiais. O inquérito, tutelado pelo Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Lisboa, investiga suspeitas que incluem crimes como tortura grave, violação, abuso de poder e ofensas à integridade física qualificadas.

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