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O caso envolve Christopher Cash e Christopher Berry, acusados de passar informações sensíveis do Parlamento à Partido Comunista Chinês, mas foi abandonado pelo Crown Prosecution Service (CPS) devido à falta de provas de que a China representava uma ameaça à segurança nacional inglesa.

Starmer disse hoje no Parlamento inglês que, após conselho legal, decidiu publicar os testemunhos completos de Matthew Collins, vice-conselheiro de segurança nacional, que forneceu a evidência ao CPS. Alegou que atrasos legislativos durante governos conservadores impediram uma ação mais eficaz contra os suspeitos.

A decisão surge após pressões de Conservadores e Liberal-Democratas e críticas de figuras como Kemi Badenoch e antigos ministros, que consideram a situação de segurança nacional “inaceitável”. Dois ex-secretários do Gabinete defenderam Collins, considerando “injusto” responsabilizar um funcionário civil pelo colapso do caso, o debate está a ser transmitido em direto no The Telegraph.

O CPS afirmou que a publicação é decisão do Governo, uma vez que o processo criminal terminou. Starmer pretende avançar com a divulgação, apesar das críticas e da polémica política.

O episódio gerou uma grande polémica política, envolvendo acusações cruzadas entre Trabalhistas e Conservadores, debates sobre a responsabilidade dos funcionários civis, e questões sobre a legislação de segurança e espionagem no Reino Unido.

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