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Em entrevista na CNN Portugal e na TVI, o candidato presidencial António José Seguro comentou a atuação do Governo liderado por Luís Montenegro na gestão de crise provocada pelas tempestades que têm assolado o país, repetindo as palavras da ministra da Administração Interna, Maria Lúcia Amaral: "não, ainda não sei o que falhou, e neste momento a prioridade deve ser canalizar todos os apoios para acudir às famílias e às empresas", defende, insistindo que a prioridade nesta fase "não é a andar a discutir quem tem responsabilidade", mas sim "acudir as pessoas".
Para Seguro, "o Estado português não está preparado para responder a situações desta natureza", garantindo que se for eleito Presidente da República vai fazer "perguntas" ao Governo de modo a garantir a prevenção de "situações futuras".
"Porque é que não se pode ser mais rápido a repor a energia elétrica, a água, as telecomunicações? Porque é que não se pode ser mais rápido a fazer uma referenciação de quais são os estragos, designadamente na via pública. Porque é que nós não articulamos todos os meios públicos através de um comando único, designadamente articulando Proteção Civil, Forças Armadas e outros instrumentos para responder a estas necessidades?", referiu na entrevista.
Por fim, Seguro defende que os apoios devem "chegar rapidamente às pessoas" e compromete-se a fazer uma vistoria no terreno se tomar posse como Presidente da República.
"Se eu vier a ser eleito, uma das minhas primeiras tarefas vai ser ir ao terreno verificar se realmente as famílias e as empresas foram apoiadas, porque é neste momento que precisam desse apoio".
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