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A reivindicação, feita pela presidente do Município de Portalegre, Fermelinda Carvalho, foi feita numa reunião com o conselho de administração da Unidade Local de Saúde (ULS) do Alto Alentejo.
Em declarações à agência Lusa, após a reunião, a presidente da autarquia lamentou que a VMER esteja, por várias ocasiões, inoperacional e revelou ter reivindicado junto da administração da ULS do Alto Alentejo uma solução para o problema.
“Infelizmente, esta situação da não operacionalização não é algo novo, já ocorreu ao longo dos anos, muitas vezes. Ultimamente, podemos dizer, em tempos médios, que está 10% do tempo inoperacional”, argumentou.
Segundo a autarca, isto “não pode ser” e, por isso, disse ter transmitido ao presidente do conselho de administração da ULS do Alto Alentejo que a câmara exige que “a VMER esteja em funcionamento 100% do tempo”.
Contactada pela Lusa, fonte do conselho de administração da ULS do Alto Alentejo indicou que, entre o primeiro de janeiro e 31 de julho deste ano, a VMER adstrita ao hospital de Portalegre esteve inoperacional um total de 480 horas.
A autarca Fermelinda Carvalho referiu que a inoperacionalidade da VMER está relacionada com a escala dos médicos e com a colocação destes profissionais de saúde “em alguns horários”.
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