O antigo embaixador do Reino Unido nos Estados Unidos, Lord Mandelson, afirmou que o Presidente norte-americano, Donald Trump, não pretende “desembarcar na Gronelândia e tomá-la pela força”, apesar das recentes declarações do chefe de Estado sobre a importância estratégica do território.
Donald Trump voltou a ameaçar intervir na Gronelândia, afirmando que os EUA vão “fazer alguma coisa, quer gostem quer não”, justificando que, caso contrário, Rússia ou China poderão assumir influência sobre o território ártico.
O Presidente do Conselho Europeu, António Costa, afirmou esta quarta-feira que a União Europeia apoiará a Gronelândia e a Dinamarca sempre que necessário e que não aceitará violações do direito internacional, independentemente do local onde ocorram.
O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, anunciou esta quarta-feira que se reunirá na próxima semana com responsáveis dinamarqueses para discutir questões relacionadas com a Gronelândia.
Pouco depois da captura do Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, no passado fim de semana, Donald Trump voltou a centrar atenções na Gronelândia, retomando os apelos a uma tomada de controlo norte-americana sobre o vasto território do Ártico.
Seis aliados europeus manifestaram apoio firme à Dinamarca depois de os Estados Unidos terem voltado a insistir que precisam de assumir o controlo da Gronelândia, uma região semiautónoma dinamarquesa.
O segundo mandato do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, está a ficar marcado por uma série de avisos dirigidos a países considerados estratégicos para Washington.
O primeiro-ministro da Gronelândia, Jens Frederik Nielsen, disse que chegou a altura do Presidente dos Estados Unidos parar com as pressões sobre a anexação da região autónoma dinamarquesa no Ártico.
O embaixador da Dinamarca em Washington apelou ao "respeito total" pela integridade da Gronelândia, depois de um tweet da esposa do diretor-adjunto de gabinete da Casa Branca, Stephen Miller, que publicou uma foto do território dinamarquês com a bandeira dos Estados Unidos.
O Ministério dos Negócios Estrangeiros da Dinamarca chamou esta quarta-feira o encarregado de negócios da embaixada dos Estados Unidos, após denúncias de que cidadãos ligados à administração de Donald Trump terão tentado influenciar a opinião pública da Gronelândia.
O enfraquecimento da corrente que aquece a Europa afeta não só o oceano, mas também a atmosfera, e ambos os fatores podem contribuir para a "mancha fria" marinha a sul da Gronelândia.
Entre 15 e 21 de maio, o gelo derreteu na Gronelândia a um ritmo 17 vezes superior à média histórica, na sequência de uma onda de calor recorde que também afetou a Islândia, alertou esta quarta-feira a rede científica World Weather Attribution (WWA).
O Presidente francês frisou hoje que a Gronelândia, para onde deve viajar no final da semana e cobiçada pelos Estados Unidos, de Donald Trump, "não está à venda".
A primeira-ministra dinamarquesa, Mette Frederiksen, denunciou esta sexta-feira uma possível espionagem dos Estados Unidos na Gronelândia, depois de o jornal Wall Street Journal (WSJ) ter informado que Washington quer fortalecer a sua supervisão do território autónomo dinamarquês cobiçado por Donald
Entre as redes sociais e uma entrevista, Donald Trump trouxe dois temas polémicos no domingo. Desta vez, falou sobre a prisão de Alcatraz e voltou a centrar-se também na Gronelândia.
A parte da Gronelândia na segunda-feira privada de comunicações recuperou hoje as ligações telefónicas, serviços de mensagens escritas e Internet, anunciou o operador local Tusass, ainda a investigar uma possível ligação ao apagão na Península Ibérica.
A Gronelândia nunca será uma "propriedade" à venda, disse hoje o primeiro-ministro daquele território autónomo dinamarquês, cobiçado pelo Presidente dos EUA, Donald Trump, no inicio de uma visita oficial à Dinamarca.
O novo primeiro-ministro da Gronelândia, território autónomo dinamarquês cobiçado pelo Presidente dos Estados Unidos, inicia hoje uma visita oficial à Dinamarca, que vai centrar-se na cooperação e na "situação geopolítica".
A comandante da única base dos Estados Unidos na Gronelândia, a coronel Susannah Meyers, foi demitida por ter criticado a política do Presidente norte-americano, Donald Trump, em relação ao território autónomo dinamarquês no Ártico.
A primeira-ministra dinamarquesa, Mette Frederiksen, avisou hoje que os Estados Unidos não vão assumir o controlo da Gronelândia, na sua primeira visita ao território autónomo desde que o Presidente norte-americano, Donald Trump, demonstrou interesse pela ilha ártica.
Milhares de pessoas participaram hoje em manifestações na Dinamarca em apoio à Gronelândia e contra as pressões do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para se apoderar deste território autónomo dinamarquês.
A Dinamarca declarou hoje que há ainda margem de manobra para negociações com os Estados Unidos, dentro do acordo estabelecido entre os dois países em 1951, para tentar resolver a atual crise diplomática sobre a Gronelândia.