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Em declarações aos jornalistas, Luís Mendes Cabral explicou que a chamada de emergência foi recebida às 11h23 e que a mobilização de meios ocorreu às 11h38. “A prioridade foi a mesma que teria sido definida antes do novo sistema, considerando o grau de urgência”, afirmou, acrescentando que a resposta foi dada “dentro do que é expectável”, ou seja, num prazo de 60 minutos.
O responsável reconheceu, no entanto, que existiam constrangimentos no terreno. “O que nós queríamos na realidade era enviar a ambulância ao fim de 15 minutos, foi isso que foi decidido pelo INEM, infelizmente não havia ambulâncias disponíveis na margem sul para dar esta resposta”, admitiu, referindo que foram feitas várias tentativas de ativação de diferentes meios para responder à situação.
Perante as críticas levantadas quanto à eventual influência do novo sistema de triagem na demora da resposta, Luís Mendes Cabral afirmou que: “O sistema não falhou e não teve nenhum tipo de influência na triagem. Não há qualquer ligação.” O dirigente garantiu ainda que os procedimentos se mantêm inalterados, uma vez que “são os mesmos técnicos” que continuam a assegurar a monitorização e a tomada de decisão.
As declarações surgem num contexto de escrutínio sobre os meios de emergência pré-hospitalar, após a morte de um homem de 78 anos depois de ter esperado quase três horas por socorro do INEM, confirmou o Sindicato dos Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar (STEPH).
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