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Marcelo Rebelo de Sousa falava após uma visita à população isolada em Valada do Ribatejo, no concelho do Cartaxo, quando questionado sobre o facto de a Proteção Civil ter ativado o alerta a 27 de janeiro e de as Forças Armadas só terem anunciado formalmente a prontidão quase uma semana depois, conforme noticiado pelo jornal Expresso.
"Tenho dúvidas disso, porque eu fui para o terreno no dia 30 e, nesse dia, já citei comunicados das Forças Armadas", afirmou o chefe de Estado, sublinhando que, à data, já existiam ações em curso e meios em prontidão. Segundo Marcelo, a ausência de um porta-voz das Forças Armadas contribuiu para a ideia de que não havia intervenção no terreno.
O Presidente recordou que, nos primeiros dias, militares já tinham atuado em zonas como Ferreira do Zêzere e Leiria, bem como noutras áreas inicialmente mais afetadas. "Havia comunicados, mas ninguém os lia ou conhecia", referiu, atribuindo a situação a uma falha na transmissão da informação.
Marcelo Rebelo de Sousa reconheceu ainda que a articulação comunicacional é particularmente difícil em contextos de crise prolongada. “Com a dispersão dos membros do Governo pelo território, a comunicação é sempre mais difícil de pôr a funcionar”, concluiu.
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