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Numa mensagem publicada na rede social X, Zelensky afirmou que a Ucrânia está a "trazer o seu povo de volta", confirmando a informação avançada anteriormente pelo enviado presidencial norte-americano, Steve Witkoff. Entre os libertados encontram-se militares das Forças Armadas, da Guarda Nacional e do Serviço Estatal de Guardas de Fronteira, incluindo soldados, sargentos e oficiais.
De acordo com o chefe de Estado ucraniano, o acordo abrange também civis, sendo que a maioria dos libertados se encontrava em cativeiro desde 2022, ano em que a Rússia lançou a invasão em larga escala da Ucrânia.
Zelensky sublinhou a importância desta operação, destacando que a troca ocorre após um longo intervalo sem libertações. "A troca de hoje acontece depois de uma longa pausa, e é crucial que tenha sido possível concretizá-la", afirmou.
O Presidente reiterou ainda o compromisso das autoridades ucranianas em garantir a libertação de todos os cidadãos detidos. "Continuaremos a trabalhar para libertar o nosso povo do cativeiro. Temos de trazer todos de volta e vamos fazê-lo", assegurou, acrescentando que está a ser feito um esforço contínuo para identificar cada caso e permitir que as famílias possam, finalmente, reencontrar os seus entes queridos.
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