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"O presidente deixou bem claro que a aquisição da Gronelândia é uma prioridade de segurança nacional para os EUA, sendo vital para dissuadir os nossos adversários na região do Ártico", afirmou a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, num comunicado citado pela AFP.

Na mesma nota, a representante confirma que o chefe de Estado norte-americano está a discutir "uma série de hipóteses para atingir esse objetivo". "Claro que utilizar as Forças Armadas dos EUA é sempre uma opção", frisou.

A Europa e os países da NATO têm, por seu turno, reafirmado a soberania da Dinamarca sobre aquela região semi-autónoma, face às ambições cada vez mais explicitas da atual administração norte-americana. Esta segunda-feira, várias das principais lideranças europeias da aliança militar assinaram uma declaração conjunta, afirmando que "cabe à Dinamarca e à Gronelândia, e apenas a elas, decidir sobre assuntos que envolvam a Dinamarca e a Gronelândia".

Também esta segunda-feira, Mette Frederiksen, a primeira-ministra dinamarquesa, advertiu que um ataque dos EUA ao território dinamarquês significaria o fim da NATO. Pela sua parte, em entrevista à CNN, Stephen Miller, um dos principais conselheiros de Trump, reafirmou a "posição formal" dos EUA de que a Gronelândia "deve fazer parte" do país.

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