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Com a voz rouca, Seguro começa por agradecer "a receção magnífica" e o "apoio", alarga o agradecimento a todos os que votaram, independentemente do candidato e a quem trabalhou neste eleição.
No palco, promete "honrar o voto e a confiança" com a missão de tornar um país “inclusivo respeitador das liberdade e cada um”. Aos outros candidatos diz: "Não há derrotados porque todos somos democratas”.
Apontando a independência da sua candidatura, lembra: "Sou livre, não tenho amarras". Sublinhou que recebeu votos de todos os quadrantes políticos, reforçando a “natureza suprapartidária” da sua candidatura. “Sou livre, vivo sem amarras, e assim agirei como Presidente. Com a nossa vitória venceu a democracia, e ela voltará a ganhar no dia 8 de fevereiro”
O candidato convida “todos os democratas, progressistas e humanistas” a apoiarem a sua candidatura para, juntos, “derrotarem os extremismos”. "Venceu a democracia e voltará a ganhar no dia 8 de fevereiro".
António José Seguro convidou “todos os humanistas e progressistas” a juntarem-se à sua candidatura para “derrotar o extremismo e quem semeia o ódio”. “Todos os democratas são bem-vindos. Para mim não há portugueses de primeira e portugueses de segunda”, acrescentou, distanciando-se de André Ventura. Acrescenta, recusando ser um “Presidente de uma parte dos portugueses contra a outra parte”.
"A política ou serve para melhorar a vida das pessoas ou então não serve para absolutamente nada."
O candidato vencedor da primeira volta compromete-se a ser “o Presidente de todos os portugueses”, “leal à Constituição” e a trabalhar para “melhorar o que está bem e mudar o que está mal”, destacando a saúde, tema central da sua campanha.
Seguro abordou ainda a “desigualdade entre homens e mulheres”, a situação de pobreza que afeta “quase dois milhões de portugueses” e a “falta de habitação para tantos, em particular para os jovens”. “Estou pronto para ser o Presidente dos novos tempos”, afirmou.
O candidato apelou aos democratas para se juntarem à sua campanha, reforçando mensagens já usadas ao longo da eleição: “Se acreditam em Portugal como eu acredito, juntem-se a mim e façamos das próximas três semanas de campanha a festa da liberdade e da democracia”.
“É momento de derrotarmos o medo e erguermos a esperança. A minha vitória na segunda volta será a vitória de Portugal, da liberdade e da democracia”, concluiu.
No que à ausência de apoios de Marques Mendes e Luís Montenegro, que optaram por se manter neutros. Seguro respondeu aos jornalistas que “em democracia nada está garantido” e que será necessário “trabalhar muito” para assegurar a vitória.
Sobre apoios, afirmou ainda que não conferiu todas as mensagens, mas que já recebeu várias manifestações de apoio, reforçando o caráter “suprapartidário” da sua candidatura, sem comentar especificamente a posição do PSD. O candidato garantiu ainda que fará tudo “para que as relações institucionais não sejam afetadas” durante a campanha eleitoral. Aproveitou ainda para lembrar que entre Seguro e Ventura "há um oceano de diferenças".
Com os resultados em território nacional fechados, restam apurar os votos de 12 consulados, António José Seguro ultrapassa os 30%, alcançando 31,14% dos votos, o que corresponde a 1.752.325 sufrágios. Em segundo lugar surge André Ventura, com 23,48%, equivalente a 1.321.387 votos.
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