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"Neste momento não há habitações em risco e não há nenhum aglomerado populacional, nem nenhuma aldeia que estejam próximos das três frentes que consideramos no incêndio", assegurou Miguel Fonseca em declarações aos jornalistas pouco depois das 00h00.
"Estamos num processo bastante favorável de evolução, não são frentes lineares, são vários pontos que estão distribuídos por vários setores. Por isso, é que chamamos três frentes a arder com média intensidade, mas todas elas (...) a ceder aos meios", explicou.
Por isso, afirmou, "nas próximas horas, fruto até da ajuda da noite" os bombeiros poderão "ter a situação dominada".
Quanto aos meios operacionais e veículos no local também diminuíram.
Segundo o site da Proteção Civil, o incêndio queima mato e pinhal. A aldeia de Souto Maior é a zona que mais está a preocupar as autoridades.
Neste momento estão no local 239 operacionais e 79 veículos.
O fogo começou na zona de Feitais, pelas 13h20 e tem três frentes ativas.
O vento forte está a dificultar o combate às chamas, que ardem com intensidade.
Recorde-se que para este incêndio chegaram a estar mobilizados hoje à noite cerca de 370 homens, apoiados por cerca 115 viaturas, entre bombeiros, GNR, Força Especial de Bombeiros, Cruz Vermelha, INEM. Durante a tarde operaram oito meios aéreos.
A presidente da Câmara de Sabrosa tinha dito esta quarta-feira à noite que, por causa do incêndio, os habitantes das pequenas aldeias de Delegada e Vale das Gatas iam ser retirados por precaução e levados para o pavilhão multiusos, mas isso não aconteceu.
Naquelas localidades habitam entre cerca de 50 a 60 pessoas, sobretudo idosos, segundo Helena Lapa.
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