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Em declarações durante uma ação de campanha em Viseu, Melo desmentiu a alegada autorização sua para a passagem das aeronaves e criticou a circulação de informações “falsas, ridículas e absurdas” que teriam criado perceções erradas junto da opinião pública. O governante destacou ainda que a defesa da verdade é essencial para a democracia, afirmando que notícias distorcidas fomentam extremismos.
O incidente ocorreu em abril e envolveu a passagem de caças F-35 norte-americanos com destino a Israel. O Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) reconheceu uma falha de procedimento interna por não ter sido informado previamente, embora o movimento das aeronaves tivesse obtido parecer favorável da Autoridade Aeronáutica Nacional (AAN), ligada ao Ministério da Defesa, com “comunicação e autorização tácita”.
O primeiro-ministro, Luís Montenegro, reiterou que o Governo “não interveio em nenhum ato” que pudesse ser interpretado como venda de armamento a Israel. Entretanto, PS, PCP e Livre anunciaram que vão convocar Paulo Rangel, chefe da diplomacia, e Nuno Melo ao Parlamento. O Bloco de Esquerda pediu a demissão do ministro da Defesa, mas o primeiro-ministro recusou.
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