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A líder política mais reconhecida do país, Aung San Suu Kyi, permanece presa, e o seu partido, o mais bem-sucedido em eleições anteriores, foi dissolvido. O boletim de voto é agora dominado por formações vistas como próximas da junta militar, revela a CNN. Paralelamente, centenas de pessoas foram detidas com base numa nova lei que criminaliza críticas, perturbações ou tentativas de boicote ao processo eleitoral.

Há ainda vastas regiões onde não será possível votar. A junta enfrenta uma coligação fragmentada de grupos rebeldes de minorias étnicas e combatentes pró-democracia, que controlam zonas das fronteiras montanhosas e de planícies no centro do país.

Em abril, o Governo de Unidade Nacional composto por políticos pró-democracia, ativistas e líderes de minorias étnicas declarou 68 vítimas mortais devido a ataques armados. A junta militar terá violado o cessar-fogo temporário implementado devido ao sismo que abalou o país, revela a RTP Notícias, citando a Lusa.

Há um ano, estes grupos infligiram derrotas significativas às forças militares, alimentando esperanças de que os generais pudessem ser derrubados, pondo fim às décadas de domínio sobre a política e a economia nacional.

Contudo, nos últimos meses, o exército, reforçado por dezenas de milhares de homens recrutados através de uma nova lei de conscrição ( Alistamento ou recenseamento para o serviço militar) e equipado com armamento fornecido pela China, conseguiu recuperar território estratégico.

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