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A colisão entre as embarcações ocorreu na noite de segunda-feira. "O alerta para a colisão foi dado às 23h21, desconhecendo-se mais pormenores sobre o acidente que ocorreu no Guadiana, em Alcoutim, no distrito de Faro", indicou fonte do Comando Regional de Emergência e Proteção Civil do Algarve à agência Lusa.
Estiveram no local 35 operacionais e 14 veículos.
"A Guarda Nacional Republicana (GNR) confirma que, por volta das 23h15 de ontem, dia 27 de outubro, na sequência de um alerta sobre uma embarcação de alta velocidade (EAV) que se encontrava no Rio Guadiana, foram acionados militares do Destacamento de Controlo Costeiro de Olhão, da Unidade de Controlo Costeiro e de Fronteiras, com o objetivo de proceder à sua localização e abordagem", lê-se em comunicado.
"Durante a intervenção, a embarcação da GNR foi abalroada pela EAV, resultando na morte de um militar e três feridos ligeiros", confirma esta força policial.
O Ministério da Administração Interna (MAI) divulgou a identidade do militar que morreu. "O Cabo Pedro Nuno Marques Manata e Silva, de 50 anos, perdeu a vida, enquanto cumpria o seu dever, numa colisão com uma lancha rápida, ligada ao narcotráfico, no rio Guadiana, no concelho de Alcoutim, distrito de Faro, junto à fronteira com Espanha".
O MAI deixou ainda uma "palavra de solidariedade e sentidas condolências à família, aos amigos, à Guarda Nacional Republicana e, em particular, aos militares da Unidade de Controlo Costeiro e de Fronteiras", assim como "votos de rápida e plena recuperação aos três militares que ficaram feridos neste trágico acidente".
Prosseguem as investigações
A GNR explicou que "a embarcação suspeita foi encontrada a arder, estando ainda em curso, no Rio Guadiana e suas margens, diligências para apurar as circunstâncias em que ocorreu o incêndio e a fim de recolher prova material e localizar os suspeitos. Estas diligências decorrem com o apoio da Polícia Marítima, da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil e da Guardia Civil, de Espanha". Também a Polícia Judiciária foi contactada e acionada.
As autoridades adiantam que "o apoio psicológico da Guarda foi de imediato acionado para acompanhamento dos militares envolvidos e respetivas famílias".
"A Guarda lamenta profundamente esta ocorrência e apresenta os mais sinceros votos de pesar à família e aos camaradas do militar falecido, expressando o seu reconhecimento pelo exemplo de dedicação e sentido de missão demonstrado em serviço", lê-se ainda no comunicado.
(Notícia atualizada às 09h33)
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