
É preciso apoiar as populações
Em resposta aos graves incêndios que têm afetado diversas regiões de Portugal, a Ordem dos Advogados anunciou a criação de um programa de apoio jurídico gratuito às vítimas. O objetivo é apoiar pessoas que perderam casas, negócios ou outros bens e que muitas vezes se veem desamparadas perante questões legais complexas.
Este ano já foi consumida 2,35% da área do país, número que superou o ano anterior e registou 2025 como o pior verão dos últimos anos. Esta. noite, começaram 10 novos incêndios, mas a falta de recursos mantém-se.
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Entre perdas, as mortes
Hoje acontece o funeral do bombeiro que morreu num acidente, na Covilhã. De acordo com dados divulgados pela Liga dos Bombeiros Portugueses ao Jornal de Notícias, desde 1980 já perderam a vida em serviço 257 bombeiros.
Espanha também enfrenta as chamas, tendo já perdido quatro profissionais. Devido à dimensão dos incêndios, parte dos Caminhos de Santiago foi fechada.
Autoridades portuguesas e espanholas reconhecem que o trabalho dos bombeiros é feito em condições cada vez mais duras, com ondas de calor prolongadas, ventos fortes e zonas de difícil acesso. Em declarações à rádio Cadena SER, a ministra da Defesa espanhola, Margarita Robles, admitiu que só uma descida significativa das temperaturas poderá permitir controlar os fogos.
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Do outro lado do mundo, o fogo é a guerra
Trump anunciou ontem que Zelensky e Putin vão reunir, com a mediação dos Estados Unidos, para negociar o fim do conflito. No entanto, não se sabe o que esperar para o futuro da Ucrânia.
Zelensky acredita que a conversa será bem sucedida, e que isso se deve a Trump: "Foi o melhor até agora". O presidente americano diz não desistir das negociações, e continuar a traçar o seu caminho para a vitória do Nobel da Paz.
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“Taxa Zero ao Volante”
Hoje começa também a operação da GNR contra a condução sob efeito do álcool, com as primeiras ações a decorrer na Guarda hoje e amanhã. Seguem-se Elvas, a 21 de agosto, Portalegre, no dia 22, e Tomar, a 25.
De acordo com dados oficiais citados pelo jornal, em 2023 cerca de 25% dos condutores que perderam a vida em acidentes rodoviários apresentavam uma taxa de álcool no sangue igual ou superior a 0,5 g/l. Destes, três em cada quatro tinham valores superiores a 1,2 g/l, limite a partir do qual a infração é considerada crime.
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