Num país onde a maioria das crianças à guarda do Estado continua a crescer em instituições, o acolhimento familiar afirma-se cada vez mais como uma resposta prioritária — mas ainda pouco compreendida. Em Portugal, cerca de 87% dos menores em situação de perigo estão institucionalizados, apesar de a lei determinar que o acolhimento familiar deve ser a primeira opção sempre que possível.
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