O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, lançou este domingo novas ameaças contra o Irão, exigindo que Teerão ponha fim às ações do Hezbollah no Líbano.
Israel e o Hezbollah acordaram um cessar-fogo, segundo um alto responsável norte-americano citado pela Reuters. O entendimento foi alcançado após esforços diplomáticos liderados pelos Estados Unidos e pelo Catar com o apoio do Irão.
O líder do Hezbollah, Naim Qassem, rejeitou esta quinta-feira o mais recente acordo de cessar-fogo alcançado entre Israel e o governo libanês, defendendo que qualquer entendimento deve passar pela retirada das forças israelitas do território libanês e pelo fim das operações militares.
Israel e o Líbano acordaram esta quarta-feira renovar o cessar-fogo em vigor e avançar com a criação de zonas de segurança “piloto” no sul do território libanês, onde o Hezbollah ficará impedido de operar.
O número de mortos no Líbano em ataques israelitas no conflito entre Israel e o grupo xiita Hezbollah atingiu os três mil desde o início de março, informaram esta segunda-feira as autoridades de Beirute.
O Líbano apresentou uma queixa formal às Nações Unidas contra as autoridades iranianas, acusando-as de interferir nos assuntos internos e “de arrastar” o país para a guerra em curso na região.
O presidente francês acusa o Hezbollah de ser responsável pelo ataque contra forças da ONU no sul do Líbano. Paris exige detenções rápidas, enquanto Beirute promete levar os responsáveis à justiça.
O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, afirmou que o principal objetivo das negociações entre Israel e o Líbano é o desmantelamento do movimento xiita libanês Hezbollah, aliado de Teerão.
Balanço israelita sobe para 250 mortos e cinco comandantes do Hezbollah. Beirute e Telavive reúnem-se terça-feira nos EUA, enquanto o cessar-fogo Irão-EUA excluiu o Líbano.
O Irão ordenou a interrupção da passagem de petroleiros no Estreito de Ormuz, acusando Israel de violar o cessar-fogo ao continuar ataques no Líbano. Os Estados Unidos consideram, porém, que essas operações constituem um “conflito à parte”, fora do acordo, enquanto persistem divergências sobre os te
Um disparo do exército israelita e um engenho explosivo do Hezbollah são responsáveis pela morte de três "capacetes azuis" no Líbano no final de março, segundo os resultados preliminares divulgados esta terça-feira por uma investigação da ONU.
O Kuwait anunciou hoje a prisão de 16 pessoas, 14 kuwaitianos e dois libaneses, ligadas ao movimento libanês Hezbollah, que planeavam uma operação de sabotagem naquele país do Golfo.
O ministro dos Negócios Estrangeiros defendeu em Bruxelas que a ameaça do Hezbollah "tem de ser tida em conta", mas que a soberania libanesa deve ser respeitada.
Dois soldados israelitas morreram no sul do Líbano, anunciou o exército de Israel, nas primeiras baixas entre as suas tropas desde a retoma dos confrontos com o Hezbollah na semana passada.
Gideon Saar, ministro dos Negócios Estrangeiros de Israel, afirma que o chefe militar do grupo xiita libanês Hezbollah, Ali Tabatabai, abatido domingo pelo exército israelita, era um "assassino em massa" e que a operação não viola o direito internacional pois "não constituem uma violação da soberani
O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, advertiu este domingo que o seu país fará "tudo o que for necessário" para impedir o reforço do grupo Hezbollah no Líbano e da posição do Hamas na Faixa de Gaza.
Israel reivindicou hoje a morte de um alegado comandante do grupo libanês Hezbollah num ataque com um 'drone' na cidade de Deir Zahrani, no sul do Líbano, perto da fronteira israelita.
Israel atacou hoje alvos do grupo libanês pró-iraniano Hezbollah no sul do Líbano, em resposta ao disparo de três foguetes contra o seu território, anunciou o exército israelita.
O secretário-geral da milícia xiita libanesa Hezbollah, Naim Qassem, exigiu hoje a retirada definitiva do exército israelita do território libanês e defendeu que, se a situação continuar como está agora, "a ocupação deve ser confrontada".
O ministro dos Assuntos Estratégicos israelita, Ron Dermer, afirmou hoje que as Forças de Defesa de Israel vão manter pelo menos cinco postos militares no Líbano, o que já foi recusado por Beirute.