O presidente francês acusa o Hezbollah de ser responsável pelo ataque contra forças da ONU no sul do Líbano. Paris exige detenções rápidas, enquanto Beirute promete levar os responsáveis à justiça.
O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, afirmou que o principal objetivo das negociações entre Israel e o Líbano é o desmantelamento do movimento xiita libanês Hezbollah, aliado de Teerão.
Balanço israelita sobe para 250 mortos e cinco comandantes do Hezbollah. Beirute e Telavive reúnem-se terça-feira nos EUA, enquanto o cessar-fogo Irão-EUA excluiu o Líbano.
O Irão ordenou a interrupção da passagem de petroleiros no Estreito de Ormuz, acusando Israel de violar o cessar-fogo ao continuar ataques no Líbano. Os Estados Unidos consideram, porém, que essas operações constituem um “conflito à parte”, fora do acordo, enquanto persistem divergências sobre os te
Um disparo do exército israelita e um engenho explosivo do Hezbollah são responsáveis pela morte de três "capacetes azuis" no Líbano no final de março, segundo os resultados preliminares divulgados esta terça-feira por uma investigação da ONU.
O Kuwait anunciou hoje a prisão de 16 pessoas, 14 kuwaitianos e dois libaneses, ligadas ao movimento libanês Hezbollah, que planeavam uma operação de sabotagem naquele país do Golfo.
O ministro dos Negócios Estrangeiros defendeu em Bruxelas que a ameaça do Hezbollah "tem de ser tida em conta", mas que a soberania libanesa deve ser respeitada.
Dois soldados israelitas morreram no sul do Líbano, anunciou o exército de Israel, nas primeiras baixas entre as suas tropas desde a retoma dos confrontos com o Hezbollah na semana passada.
Gideon Saar, ministro dos Negócios Estrangeiros de Israel, afirma que o chefe militar do grupo xiita libanês Hezbollah, Ali Tabatabai, abatido domingo pelo exército israelita, era um "assassino em massa" e que a operação não viola o direito internacional pois "não constituem uma violação da soberani
O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, advertiu este domingo que o seu país fará "tudo o que for necessário" para impedir o reforço do grupo Hezbollah no Líbano e da posição do Hamas na Faixa de Gaza.
Israel reivindicou hoje a morte de um alegado comandante do grupo libanês Hezbollah num ataque com um 'drone' na cidade de Deir Zahrani, no sul do Líbano, perto da fronteira israelita.
Israel atacou hoje alvos do grupo libanês pró-iraniano Hezbollah no sul do Líbano, em resposta ao disparo de três foguetes contra o seu território, anunciou o exército israelita.
O secretário-geral da milícia xiita libanesa Hezbollah, Naim Qassem, exigiu hoje a retirada definitiva do exército israelita do território libanês e defendeu que, se a situação continuar como está agora, "a ocupação deve ser confrontada".
O ministro dos Assuntos Estratégicos israelita, Ron Dermer, afirmou hoje que as Forças de Defesa de Israel vão manter pelo menos cinco postos militares no Líbano, o que já foi recusado por Beirute.
O secretário-geral do movimento xiita libanês Hezbollah, Naim Qasem, rejeitou hoje o prolongamento do cessar-fogo com Israel no Líbano e exigiu a retirada das tropas israelitas de todos os territórios ocupados no sul do país.
O exército israelita matou pelo menos 25 palestinianos, 17 dos quais no norte do território, confirmaram hoje fontes locais à agência Efe, em novos bombardeamentos lançados contra a devastada Faixa de Gaza.
Pelo menos 32 palestinianos foram mortos nas últimas 48 horas na Faixa de Gaza por ataques israelitas e 193 ficaram feridos, segundo as últimas estatísticas do Ministério da Saúde de Gaza, controlado pelo Hamas.
As Forças Armadas de Israel destruíram hoje armamento da milícia xiita Hezbollah no sul do Líbano, numa operação desenvolvida apesar do cessar-fogo acordado no final de novembro com aquele grupo, acusado de violar a sua parte do pacto.
Os habitantes do sul da Síria expressam medo das incursões militares israelitas desde a queda do regime de Bashar al-Assad, numa vasta região onde as novas autoridades ainda não chegaram e vigiada por milícias civis, que recusam "gente indesejável".
O Hamas pediu a vários movimentos palestinianos em Gaza que identificassem os reféns sequestrados em Israel no ataque de 07 de outubro de 2023, com vista a um acordo de tréguas, disseram hoje à AFP fontes desses grupos.