O falecido líder do Hezbollah, Hassan Nasrallah, considerado o homem mais poderoso do Líbano, vivia escondido desde a última guerra entre Israel e o movimento islamista em 2006. Mas na sexta-feira o Exército israelita localizou-o e morreu num bombardeamento.
O movimento libanês Hezbollah, cujo chefe, Hassan Nasrallah, foi eliminado pelo Exército israelita num bombardeamento no sul de Beirute na sexta-feira, é um dos principais inimigos de Israel.
O líder supremo do Irão, Ali Khamenei, apelou hoje aos muçulmanos para que apoiem o Líbano e o Hezbollah, sem fazer qualquer referência ao líder do partido, Hassan Nasrallah, cuja morte foi reivindicada por Israel.
A Síria condenou hoje os bombardeamentos israelitas no sul de Beirute e advertiu que as ações de Israel arrastarão toda a região para "uma perigosa escalada cujos resultados são difíceis de prever".
O exército israelita anunciou oficialmente o assassinato do líder do Hezbollah, Hassan Nasrallah. O líder do grupo militante apoiado pelo Irão por 32 anos terá sido alvo dos ataques de sexta-feira em Beirute.
O exército israelita continuava hoje a bombardear os subúrbios do sul de Beirute, reduto do movimento xiita pró-iraniano libanês, de acordo com uma publicação na plataforma de mensagens Telegram.
As Forças Armadas de Israel apelaram hoje à noite aos habitantes de várias zonas dos subúrbios a sul de Beirute, bastião do Hezbollah, para se retirarem imediatamente, poucas horas depois de terem atingido o ‘quartel-general’ do movimento xiita libanês.
O Hezbollah adiantou hoje à noite que atingiu a cidade de Safed, no norte de Israel, na primeira ofensiva após violentos ataques israelitas executados ao final da tarde no bastião do grupo xiita, nos subúrbios de Beirute.
O líder do Hezbollah, Hassan Nasrallah, alvo segundo órgãos de comunicação social israelita de violentos ataques hoje nos subúrbios sul de Beirute, "está bem", disse à agência France Presse (AFP) fonte próxima do grupo armado xiita.
Israel aplicou nos últimos meses uma série de golpes no movimento islamita libanês Hezbollah, ao eliminar vários dos seus comandos, o que enfraqueceu consideravelmente a estrutura militar desta milícia xiita pró-Irão.
O secretário de Estado norte-americano, Antony Blinken, insistiu hoje na proposta de uma trégua de 21 dias na fronteira israelo-libanesa, para procurar uma "solução diplomática" para o conflito entre Israel e o grupo xiita libanês pró-iraniano Hezbollah.
Duas pessoas morreram hoje num ataque israelita em Beirute contra o comandante da unidade de 'drones' do Hezbollah, disse uma fonte do movimento pró-iraniano, sem especificar se o alvo estava entre as vítimas.
O Exército de Israel anunciou que está a realizar hoje "bombardeamentos direcionados" em Beirute, após o governo rejeitar um pedido de cessar-fogo com o movimento libanês Hezbollah formulado pelos Estados Unidos, França e outros países.
O Ministério da Saúde do Líbano anunciou que 20 pessoas, quase todas sírias, morreram num ataque de Israel durante a madrugada desta quinta-feira no leste do país.
"É tempo de concluir uma solução diplomática que permita aos civis de ambos os lados da fronteira regressarem em segurança às suas casas”, lê-se no comunicado assinado por todos.
O chefe do estado-maior do Exército israelita pediu hoje às tropas que estejam preparadas para uma "possível entrada" no Líbano, onde caças israelitas bombardeiam alvos do movimento islamita Hezbollah há vários dias.
O Papa Francisco denunciou hoje a "terrível escalada" da violência no conflito entre Israel e o movimento xiita Hezbollah no Líbano, qualificando-a de inaceitável, e apelou à comunidade internacional para fazer todos os esforços para encerrar o conflito.
O presidente francês, Emmanuel Macron, pediu, na terça-feira, ao homólogo iraniano, Masoud Pezeshkian, que apoie uma "desescalada geral" no Oriente Médio e alertou-o para a ajuda de Teerão à Rússia, segundo informou o Palácio do Eliseu em comunicado.
O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, garantiu hoje que o seu país vai continuar a atacar o Hezbollah no Líbano, enquanto continuam as trocas de ofensivas entre as forças israelitas e grupo xiita libanês pró-iraniano.
O Governo do Líbano elevou hoje de 491 para 558 mortos o balanço dos ataques israelitas na segunda-feira, o número mais elevado desde a última guerra entre o Hezbollah e Israel em 2006.
O chefe da diplomacia europeia, Josep Borrell, alertou que o conflito entre Israel e o grupo libanês Hezbollah ameaça mergulhar o Oriente Médio numa "guerra total".
A ONU expressou grande preocupação com a "escalada violenta de hostilidades entre Israel e o Hezbollah" no Líbano, onde "dezenas de milhares" de pessoas fugiram da violência no início da semana.
O foco de Israel parece estar a mudar para a fronteira norte. Com a região cada vez mais em alvoroço, vários voos internacionais, de e para Beirute, foram cancelados esta terça-feira.