O primeiro-ministro e líder do PSD, Luís Montenegro, afirmou este domingo que se demitirá no dia em que for obrigado a cortar pensões, garantindo que considera o sistema de pensões “sagrado” e fora de qualquer negociação que implique redução de direitos.
O primeiro-ministro e líder do PSD, Luís Montenegro, afirmou este domingo que “o grande desafio do nosso tempo é transformar todo o potencial em qualidade de vida”, durante o discurso de encerramento do 43.º Congresso do partido, em Anadia.
A lista afeta à liderança de Luís Montenegro venceu as eleições para o Conselho Nacional do PSD com maioria absoluta, embora tenha registado uma redução no número de mandatos face ao congresso de 2024. Os resultados foram hoje anunciados no encerramento do 43.º Congresso do partido, em Anadia.
O 43.º Congresso Nacional do PSD termina este domingo, em Anadia, no distrito de Aveiro, com a eleição dos novos órgãos nacionais do partido e o discurso de encerramento do presidente do PSD e primeiro-ministro, Luís Montenegro.
Sebastião Bugalho vai integrar a direção do PSD como vice-presidente e assumirá também a função de porta-voz do partido. A nova estrutura foi apresentada pelo líder social-democrata Luís Montenegro e vai a eleições amanhã.
A ministra da Saúde, Ana Paula Martins, afirmou no Congresso do PSD que o Serviço Nacional de Saúde (SNS) enfrenta novos desafios devido ao aumento populacional registado em Portugal, associando parte dessa pressão ao “acolhimento de imigrantes que entram no país sem regras”.
A ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Maria do Rosário Palma Ramalho, lamentou o chumbo da reforma laboral e responsabilizou os partidos da oposição pela rejeição de uma medida que considerava essencial para aproximar Portugal dos padrões europeus.
O primeiro-ministro e presidente do PSD, Luís Montenegro, afirmou este sábado que o Governo não é “dono da verdade”, mas tem a “obrigação de executar o seu compromisso e programa”, sublinhando que essa foi a responsabilidade atribuída pelos eleitores.
O secretário-geral do PSD, Hugo Soares, e o presidente do PSD/Madeira, Miguel Albuquerque, rejeitaram este sábado que o chumbo do pacote laboral no Parlamento represente instabilidade política ou uma crise no Governo.
O presidente do PSD e primeiro-ministro, Luís Montenegro, abre este sábado o 43.º Congresso do PSD, em Anadia, Aveiro, um dia depois de o pacote laboral do Governo ter sido rejeitado no Parlamento. O diploma, que o Executivo classificava como decisivo, acabou chumbado com os votos contra do Chega e
O cabeça de lista da Aliança Democrática (AD) ao Parlamento Europeu em junho, Sebastião Bugalho, afirmou hoje que se fez militante do PSD “por gratidão e não ambição” e esclareceu que será “um militante de base”.
O presidente do PSD pediu hoje que o partido se apresente nas autárquicas pondo de lado “interesses ou vaidades pessoais” e com abertura de candidaturas à sociedade, reiterando o objetivo de vencer estas eleições no próximo ano.
O presidente do PSD prometeu hoje “espírito de diálogo” com os governos das regiões autónomas dos Açores e da Madeira sobre o Orçamento do Estado, manifestando confiança de que todos os agentes políticos vão demonstrar “sentido de responsabilidade”.
O presidente do PSD, Luís Montenegro, abre hoje o 42.º Congresso do partido, o primeiro numa década com os sociais-democratas no Governo, o que já não acontecia desde o 35.º, em fevereiro de 2014, no Coliseu dos Recreios.
Os elogios ao Congresso e as promessas de Luís Montenegro se chegar a primeiro-ministro: salários mais altos, menos impostos, melhores pensões, um Estado a favor das empresas e das instituições sociais.
A antiga líder do PSD Manuela Ferreira Leite alertou hoje que o país "não está em tempos de radicalismos" e precisa de moderação, manifestando solidariedade para com o presidente do partido, Luís Montenegro.
O Líder do Chega, André Ventura, acusou hoje o PSD de não querer ganhar e estar apenas a fazer contas para não perder, referindo-se ao congresso dos social-democratas como um "desfile sofrível de personalidades que já deviam estar em casa".
De manhã o 25 de novembro de 1975, ao final da tarde o 25 de novembro do Partido Social Democrata. Dois discursos contra o radicalismo e muita campanha sobre o seu trabalho na câmara de Lisboa.
No seu discurso no 41.ª Congresso do PSD, José Pedro Aguiar Branco, antigo ministro de Pedro Passos Coelho e de Santana Lopes, denunciou a “inimputabilidade socialista” devido ao “excesso de tempo do Governo”.
O antigo ministro social-democrata Miguel Poiares Maduro acusou hoje o PS de querer “habituar o país à mediocridade” e defendeu que os portugueses “querem moderação na ideologia e exigência na ética”.
No seu discurso no 41.ª Congresso do PSD, o deputado europeu Paulo Rangel recordou o convite, em junho de 2022, que Luís Montenegro lhe fez para integrar a comissão permanente e garantiu: “Acreditei!”.