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Donald Trump falou numa conferência de imprensa na Flórida, a partir da sua mansão de Mar-a-Lago.
Mais de meia hora depois do previsto, Donald Trump começou a falar sobre a captura de Nicolás Maduro — após ter sido divulgada a primeira imagem do Presidente venezuelano desde que foi intercetado.
“Nenhuma nação do mundo podia fazer o que os EUA fizeram ontem”, disse, sublinhado os grandes feitos anteriores dos norte-americanos.
“Ontem à noite e hoje de manhã, sob a minha direção, as forcas armadas conduziram uma missão importante na capital da Venezuela”, prossegue, destacando um ataque como “não se via desde a Primeira Guerra Mundial. Os EUA, segundo Trump, entraram numa “fortaleza” para conseguir “trazer Nicolás Maduro à justiça”.
"Usou-se o ar, a terra e o mar para lançar um ataque espetacular", disse.
“Eles sabiam que nós íamos chegar”, acrescenta Trump, apontando a “incapacidade” dos venezuelanos em travar os EUA.
Sublinha ainda que que a missão não resultou em vítimas mortais para os militares norte-americanos, nem em danos para os equipamentos militares. “Somos, de longe, a força militar mais poderosa e temível do mundo”.
“Não há equipamentos como os nossos”, acrescenta.
Donald Trump adiantou ainda que serão os Estados Unidos a ficar à frente do país durante os próximos tempos, até que "haja uma transição".
“Vamos liderar o país durante algum tempo”, até haver uma transição “segura” e “adequada”. “Queremos paz, liberdade e justiça para o grande povo da Venezuela e isso inclui” muitos emigrantes nos EUA que querem regressar, agora, à América do Sul, descreve Trump.
O Presidente dos EUA admite que há pessoas que podem não perceber o que aconteceu, mas irão perceber a necessidade da operação assim que for feita a transição pacífica.
“O negócio do petróleo foi um embuste, durante muito tempo”, acrescenta ainda.
Trump admite ainda os EUA estavam à espera que fosse necessária uma “segunda vaga” de ataques na Venezuela. “Assumimos que uma segunda vaga seria necessária, mas provavelmente não será necessária. A primeira foi tão bem sucedida que não será preciso uma segunda, mas estávamos preparados para isso”, acrescenta. “Uma vaga muito maior”, garante.
Na mesma sala, o republicano encontrava-se acompanhado de Marco Rubio, Pete Hegseth, Dan Caine, John Ratcliffe e Stephen Miller.
"Maduro e a sua mulher vão enfrentar todo o poder da justiça americana"
“Maduro e a sua mulher vão, em breve, enfrentar todo o poder da justiça americana, em solo americano”, anunciou Trump, confirmado as informações que davam conta de um julgamento do líder venezuelano.
Neste momento, informa que o casal está “num navio” e depois irá para Nova Iorque. Depois, será decidido se serão julgados em Nova Iorque ou na Florida, diz Trump.
"Maduro nunca mais poderá ameaçar um cidadão americano ou qualquer outra pessoa na Venezuela. Não haverá mais ameaças", sublinhou Donald Trump, destacando que o governo de Nicolás Maduro "esvaziou prisões e enviou os piores e mais violentos monstros para os Estados Unidos para tirar vidas americanas".
"Eles eram traficantes de drogas. Eram chefes do narcotráfico, mandavam todo tipo de pessoas para os Estados Unidos, mas isso acabou", afirmou.
E salientou: "O ditador e terrorista Maduro saiu finalmente e o povo venezuelano está livre. Estão livres novamente. Eles estão livres".
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