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O almirante Henrique Gouveia e Melo não foi constituído arguido no inquérito que o Ministério Público de Almada está a conduzir sobre 57 contratos celebrados pela Marinha entre 2017 e 2020, período em que tinha responsabilidades de comando naquele ramo das Forças Armadas.

O esclarecimento foi feito pela Procuradoria-Geral da República (PGR) à CNN Portugal, que confirmou a existência do inquérito, atualmente em fase final de investigação no Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Almada, mas garantiu que o atual candidato presidencial não tem qualquer estatuto de arguido no processo.

Marinha. Ministério Público investiga ajustes diretos que envolvem Gouveia e Melo
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A informação surge na sequência de uma notícia publicada pela revista Sábado, segundo a qual o Ministério Público está a analisar vários ajustes diretos aprovados durante o período em que Gouveia e Melo exerceu funções de comandante naval da Marinha.

Contactado sobre o caso, Henrique Gouveia e Melo afirmou que nunca foi notificado nem ouvido em nenhuma qualidade no âmbito deste processo, sublinhando que desconhecia por completo a existência do inquérito até à publicação da notícia.

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