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A Rádio Renascença avança que a loja acumula dívidas de 12,3 milhões de euros, metade das quais à banca.

O PER permite, assim, negociar com os credores de forma a evitar a execução da dívida, que inclui o BPI (1,22 milhões €), BCP (1,09 milhões €), Caixa Geral de Depósitos (1,07 milhões €), Abanca (0,83 milhões €), Bankinter (0,82 milhões €), Novobanco (0,39 milhões €), Santander Totta (0,21 milhões €), Santander Consumer Finance (0,14 milhões €) e Banco Montepio (0,23 milhões €).

À lista de credores junta-se a Autoridade Tributária, com créditos reconhecidos acima dos 294,9 mil euros, enquanto a Segurança Social regista créditos de 1,06 milhões de euros.

O processo, coordenado pelo administrador judicial Bruno Costa Pereira, surge após pressão dos bancos, que já avançaram com ações de execução, e visa dar à Gleba viabilidade financeira apesar das dificuldades.

A RR acrescenta que o PER da Gleba entrou há cerca de um mês. O fundador, Diogo Amorim, explica que a iniciativa surge devido à pressão dos bancos, enquanto algumas instituições, como o Bankinter e o Santander Totta, já avançaram com ações de execução da dívida. A Gleba, lançada com uma forte estratégia de crescimento, procura agora garantir a viabilidade financeira através deste mecanismo, mantendo a sua produção artesanal e diferencial no mercado de padarias.