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Naveed Akram, de 24 anos, foi acusado de dezenas de crimes, entre os quais 15 homicídios, relacionados com o ataque. O suspeito, que ficou gravemente ferido após ter sido atingido pela polícia, teve alta hospitalar na segunda-feira e foi transferido para uma prisão. O segundo alegado atacante, Sajid Akram, pai do arguido, morreu no local depois de ter sido baleado pelas autoridades.
De acordo com documentos policiais agora tornados públicos, os dois homens terão planeado o ataque ao longo de vários meses, motivados por uma ideologia extremista violenta associada ao grupo Estado Islâmico. A investigação indica que pai e filho gravaram, em outubro, um vídeo-manifesto em frente a uma bandeira do grupo jihadista, no qual justificavam o ataque e condenavam alegados atos de “sionistas”, além de realizarem treinos com armas de fogo em zonas rurais de Nova Gales do Sul.
Imagens de videovigilância mostram ainda os suspeitos a fazerem reconhecimento do local dois dias antes do ataque e a transportarem objetos volumosos, mais tarde identificados como armas de fogo, explosivos caseiros e bandeiras do Estado Islâmico. Três engenhos explosivos artesanais e a “bomba bola de ténis” foram lançados durante a aproximação ao local do ataque, sendo considerados viáveis pelas autoridades, apesar de não terem explodido. Um quinto explosivo foi posteriormente encontrado no veículo utilizado pelos atacantes.
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