"Hoje estamos com um ausente e com uma ausente. Aproveito esta tribuna para denunciar que o meu nome foi incluído, assim como o do meu pai e da primeira combatente, na mesma acusação, a minha pessoa e a minha família estão a ser perseguidas porque não somos compráveis", disse Maduro Guerra durante a tomada de posse do Parlamento venezuelano para a legislatura 2026-2031.

Maduro Guerra disse que tem fé que "mais cedo ou mais tarde", ambos estarão livres e regressarão à Venezuela, o que será será um "momento histórico".

"Aqui estamos a cumprir até que regressem, a pátria está em boas mãos, pai, e em breve vamos abraçar-nos aqui na Venezuela", salientou.