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A força aérea garantiu que continuará a apoiar as operações no nordeste, onde o país enfrenta há mais de uma década a ameaça do Boko Haram e do grupo dissidente Estado Islâmico da Província da África Ocidental (ISWAP), noticia a BBC.

A violência continua a devastar o país, desde que o presidente Bola Tinubu tomou posse há dois anos, mais de 10 mil pessoas terão sido mortas, segundo a Amnistia Internacional. No total, as Nações Unidas estimam 35 mil mortos e dois milhões de deslocados em mais de dez anos de conflito.

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Na última semana, a Nigéria também lançou ataques contra “bandidos” no estado de Katsina, no noroeste, onde 76 pessoas raptadas — entre elas mulheres e crianças — foram resgatadas. Durante a operação, uma criança morreu. A intervenção surgiu após um ataque armado a uma aldeia que deixou pelo menos 50 mortos e 60 sequestrados.

Além da violência jihadista, o país enfrenta ainda banditismo, raptos para resgate e violência comunitária, levando um grupo de personalidades nigerianas a alertar recentemente que algumas regiões vivem em “níveis de mortandade próprios de tempo de guerra”, apesar de a Nigéria estar oficialmente em paz.