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A exposição “O que elas viram, o que nós vemos: fotógrafas amadoras em Portugal, 1860–1920” vai prolongar-se até ao dia 21 de setembro, na casa Marta Ortigão Sampaio, no Porto.

O público pode conhecer o trabalho de três fotógrafas do final do século XIX e início do século XX, com a curadoria de Susana Lourenço Marques e Emília Tavares.

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Margarida Relvas, filha do fotógrafo Carlos Relvas, destaca-se em géneros como retrato de estúdio, paisagem e natureza morta, com um olhar romântico e domínio técnico apurado, revela o comunicado enviado às redações.

Mariana Relvas, por sua vez, destaca-se na coautoria de retratos de estúdio e na autoria de fotografias de paisagem e considera-se que assume um papel relevante no panorama da época.

Maria da Conceição de Lemos Magalhães é considerada a fotógrafa mais prolífica do início do século XX em Portugal, informa a nota de imprensa, com temas ligados à paisagem, ao trabalho rural e à representação feminina em ambientes naturais.

A extensão do período de visita à exposição, de acordo com a informação disponibilizada, reforça o reconhecimento do papel fundamental destas fotógrafas na historia da fotografia portuguesa.

Para assinalar o encerramento, o Museu do Porto apresenta um dia de atividades que convidam à descoberta da fotografia pelo olhar de Maria da Conceição de Lemos Magalhães, Margarida Relvas e Mariana Relvas. Deste programa, destacam-se momentos para as famílias, uma visita-conversa orientada pelas curadoras e um concerto ao final da tarde.

Mais informações e inscrições estão disponíveis no site do Museu do Porto.