A UGT reúne-se esta sexta-feira para analisar e votar a proposta final de alterações à legislação laboral, numa fase decisiva do processo negocial e depois de o documento já ter obtido o aval das confederações patronais.
A ministra do Trabalho afirmou esta terça-feira confiar que a UGT “saberá honrar a tradição de diálogo, reformismo e compromisso com o país” no processo de revisão da legislação laboral, advertindo que, caso tal não aconteça, o Governo avançará com a proposta no Parlamento.
A ministra do trabalho revelou aos jornalistas que esta é a versão final do projeto e agora basta aguardar a luz verde da UGT. Caso isso não aconteça, a ministra informa que o que vai a parlamento "será uma coisa a meio entre o anteprojeto do verão e o que foi alcançado hoje”.
O anteprojeto “Trabalho XXI”, que serve de base à revisão da lei laboral que o Governo pretende implementar, regressa esta quinta-feira à Comissão Permanente de Concertação Social, após um ciclo prolongado de reuniões bilaterais com as confederações patronais e a UGT, no Ministério do Trabalho, num
Mário Mourão saiu antes do fim, dizendo não ter "condições para continuar". Maria do Rosário Palma Ramalho recusa fixar prazo para as negociações sobre a revisão laboral, mas garante que não se vão "eternizar".
As confederações patronais vão afinal estar presentes na reunião desta segunda-feira com a ministra do Trabalho, Rosário Palma Ramalho e a UGT sobre as alterações à lei laboral.
Foi agendada uma nova reunião entre o Governo, as associações patronais e a UGT para a próxima segunda-feira, às 15h00, com o objetivo de debater o pacote laboral.
A União Geral de Trabalhadores (UGT) considerou que não estão reunidas as condições para um acordo sobre a proposta de revisão da legislação laboral, conhecida como “Trabalho XXI”, apresentada pelo Governo, após reunião do Secretariado Nacional realizada esta quinta-feira, 9 de abril.
A ministra do Trabalho, Rosário Palma Ramalho, reúne-se esta segunda-feira com a UGT e as quatro confederações empresariais para discutir as alterações à legislação laboral, após o apelo do Presidente da República para retomar o diálogo depois da rutura anunciada pelos patrões.
O primeiro-ministro, Luís Montenegro, afirmou esta quarta-feira que apenas através da reforma da legislação laboral Portugal poderá tornar-se uma economia mais competitiva.
A União Geral dos Trabalhadores (UGT) e a Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP) manifestaram esta terça-feira disponibilidade para retomar as negociações sobre a legislação laboral, depois de o Presidente da República, António José Seguro, ter apelado a um "acordo equilibrado" entre
A reunião da Concertação Social terminou esta segunda-feira sem acordo entre o Governo, as confederações patronais e a UGT relativamente às alterações à lei laboral.
A reunião entre a ministra do Trabalho, Maria do Rosário Palma Ramalho, e os representantes dos patrões, inicialmente marcada para esta quarta-feira, foi adiada a pedido das confederações patronais. A decisão surge depois de saber que a UGT não estaria disponível para participar, numa ronda da qual
O ministro da Economia e da Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida, afirmou que o Governo está ainda distante de um consenso final sobre a revisão da lei laboral, admitindo alterações significativas ao anteprojeto atualmente em discussão. Em entrevista ao podcast Política com Assinatura, da Anten
A ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Maria do Rosário Ramalho, convocou a UGT para uma reunião na próxima terça-feira, com o objetivo de dar continuidade às negociações sobre o anteprojeto de reforma da legislação laboral, informou o ministério à agência Lusa.
O secretário-geral da UGT, Mário Mourão, afirmou esta quinta-feira que a central sindical está “totalmente disponível” para retomar as negociações com o Governo já a partir de sexta-feira, mas advertiu que a hipótese de nova paralisação “nunca pode estar excluída”, admitindo mesmo a possibilidade de
Tiago Oliveira, Secretário-geral da Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses (CGTP), está presente na AutoEuropa, em Palmela, onde afirma que a greve conta com a presença dos trabalhadores que fazem toda a diferença no dia a dia da empresa.
O secretário-geral da UGT considerou esta quinta-feira, em Lisboa, que a ministra do Trabalho é uma técnica e que “não tem jeito” para criar um ambiente negocial, mas reafirmou a disponibilidade para continuar o debate.