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Ao sair Mário Mourão disse: “Saio otimista porque o Governo mostrou total disponibilidade para negociar”.

“Temos que partir a pedra e pedra dura”, nota ainda, sem referir nenhuma medida em concreta discutida no encontro. “Vamos apresentar todas as propostas, mesmo que as que o Governo considera serem traves mestras”, acrescenta.

O secretário-geral da UGT não avançou, no entanto para já com data para a próxima reunião bilateral, referindo que estas podem ocorrer a todo o momento. Aponta 14 de janeiro, data da próxima reunião da Concertação Social, para a continuidade das negociações com o Governo.

O secretário-geral da UGT afirmou que, nesta reunião, foi reiniciado um trabalho "que foi interrompido".

Já questionado se reiniciar não quer dizer voltar à estaca zero, Mário Mourão respondeu: "Não, nós interrompemos. Fomos para uma greve".

Ministra do Trabalho diz que reunião "foi muito construtiva"

“A atitude do Governo é a mesma do primeiro dia e não foi ele que suspendeu o processo de negociação”, disse Maria do Rosário Palma Ramalho no final da reunião com a UGT.

A ministra salientou que nesta reunião foram definidos “os próximos passos” e que foi “uma reunião muito construtiva”, mas não adianta, tal como o secretário-geral da UGT, qualquer ponto concreto do anteprojeto para a reforma da lei laboral que tenha sido discutido na reunião.

Tal como a UGT, Palma Ramalho diz que continuarão a haver reuniões bilaterais, apontando para a próxima reunião da concertação social a 14 de janeiro.

Saliente-se ainda que, esta terça-feira, soube-se que o Governo irá também reunir com a CGTP/IN no dia 7 de janeiro.

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