Luís Montenegro, primeiro-ministro de Portugal, afirmou hoje que Portugal também está em Guerra, numa conferência onde o tema principal foi a Defesa, defendendo um "consenso alargado" entre PS e Chega, os dois maiores partidos da oposição.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, quer impor "tarifas severas" à Rússia, caso Vladimir Putin não chegue a um acordo de cessar-fogo com a Ucrânia nos próximos 50 dias.
De um cessar-fogo condicionado em Gaza à suspensão de armas para a Ucrânia, passando pelo fim da cooperação nuclear do Irão com a ONU, o mundo enfrenta novos focos de instabilidade. Na Europa, António Costa alerta para os riscos de sacrificar o Estado social em nome da defesa. Em Portugal, os viticu
A Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO) era uma sombrinha norte-americana que garantia a segurança da Europa; agora é um conjunto de países aterrorizados com a falta de fiabilidade dos Estados Unidos.
O ministro da Defesa Nacional, Nuno Melo, defendeu hoje que é "absolutamente crucial" aumentar a verba para a área militar, assinalando que o país tem de o fazer "a pensar na paz, e não na guerra".
O candidato a secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, avisou hoje que o reforço do investimento que for feito na área da Defesa deve "contribuir para o desenvolvimento da economia e para a coesão territorial".
O presidente do Chega, André Ventura, anunciou hoje que o partido vai viabilizar "todo o caminho" para que o investimento em Defesa chegue aos 3,5% do Produto Interno Bruto (PIB).
Os 32 países da Aliança Atlântica acordaram hoje um aumento do investimento de 5% do Produto Interno Bruto (PIB) na área da defesa até 2035, com uma revisão dos objetivos em 2029. Portugal promete evoluir gradualmente o investimento, até atingir a meta estabelecida durante a cimeira.
A cidade holandesa de Haia acolhe, hoje e na quarta-feira, a cimeira da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO), prevendo-se novo compromisso entre os aliados para gastarem mais em defesa face à instabilidade geopolítica mundial.
Portugal e nove outros países da União Europeia (UE) já manifestaram à Comissão Europeia interesse em recorrer ao programa europeu de 150 mil milhões de euros em empréstimos a condições favoráveis para reforço da defesa.
O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, garantiu hoje que afetará 2,1% do PIB do país às despesas com a defesa, "nem mais, nem menos", o que lhe permitirá garantir todos os seus compromissos no âmbito da NATO.
Livre questionou hoje o primeiro-ministro sobre a intensificação da utilização da Base das Lajes, nos Açores, pela Força Aérea norte-americana, e pediu ao Governo que se oponha ao objetivo da NATO de investir 5% do PIB em Defesa.
Diplomatas da Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO) mobilizaram-se na sexta-feira para tentar definir um terreno comum e superar a oposição anunciada pela Espanha a um aumento nos gastos militares para 5% de cada PIB nacional.
O Governo admite recorrer ao programa europeu de 150 mil milhões de euros em empréstimos a condições favoráveis para reforço da defesa, defendendo também aquisições conjuntas na UE, nomeadamente para venda de um avião militar produzido em Portugal.
O primeiro-ministro, Luís Montenegro, disse hoje, na Alemanha, que o anunciado aumento de investimento em Defesa, para atingir a fasquia dos 2% do PIB, não implica um orçamento retificativo e não será feito à custa de serviços sociais.
O ministro dinamarquês da Defesa, Troels Lund Poulsen, anunciou hoje a criação de um novo plano de recrutamento obrigatório que prevê a incorporação de um grande número de ex-militares na reserva do exército.
A Comissão Europeia autorizou hoje Portugal a investir mais em defesa sem correr o risco de ter procedimento por défice excessivo, dando aval à ativação da cláusula de escape nacional ao abrigo das regras orçamentais da União Europeia.
O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, afirmou este domingo que irá “restaurar a prontidão para combate do Reino Unido” numa altura em que o Governo alerta para uma “agressão crescente” da Rússia, antes da publicação de uma nova estratégia de defesa.
O almirante na reserva e candidato presidencial, Gouveia e Melo, alertou hoje para eventuais ameaças aos territórios marítimos de Cabo Verde e de Portugal, face ao "prenúncio" de uma nova ordem mundial, ao intervir numa conferência, na cidade da Praia.
Negociações de última hora entre a União Europeia e o Reino Unido desbloquearam um acordo para relançar as relações numa cimeira esta manhã em Londres, a primeira desde o 'Brexit', avançaram diplomatas em Bruxelas.
O Presidente da República Italiana, Sergio Mattarella, considerou hoje que é urgente avançar na defesa comum europeia, matéria discutida "há mais de setenta anos" e em que se está agora "a correr atrás dos acontecimentos".
Portugal foi o sexto país da NATO que menos investiu em Defesa no ano passado, abaixo do limiar de 2% do Produto Interno Bruto (PIB) para despesas militares, com os gastos com pessoal a representarem a maior fatia.
A coordenadora do Bloco de Esquerda, Mariana Mortágua, considerou hoje que "não faz sentido" que o Governo entenda "gastar mais dinheiro em armas", isento das regras do défice, num país "com tantas necessidades de investimento".
O Governo vai pedir Comissão Europeia a ativação da cláusula que permite uma exceção ao cumprimento das regras orçamentais para acomodar o aumento de despesa com a área da Defesa.