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Trump tinha discutido a cimeira em Budapeste por telefone com Putin, no dia anterior à sua reunião na Casa Branca com Volodymyr Zelensky. Alguns relatos sugeriram que o encontro com Zelensky foi tenso, com Trump a pressionar o presidente ucraniano a ceder grandes áreas do leste da Ucrânia como parte de um acordo com a Rússia. No entanto, Trump apoiou posteriormente uma proposta de cessar-fogo, defendida por Kiev e líderes europeus, para congelar o conflito na linha de frente atual.

A Rússia rejeita a ideia de apenas congelar a linha de contacto, defendendo uma “paz sustentável a longo prazo”, com o ministro Lavrov a sublinhar que as “raízes do conflito” precisam de ser abordadas, incluindo exigências como o reconhecimento da soberania russa sobre o Donbas e a desmilitarização da Ucrânia – propostas inaceitáveis para Kiev e os parceiros europeus. Zelensky afirmou que as discussões sobre a linha de frente são “o início da diplomacia”, mas que a Rússia “faz tudo para evitar a diplomacia”, acrescentando que a única questão capaz de chamar a atenção de Moscovo é o fornecimento de armas de longo alcance à Ucrânia.

Uma chamada não agendada entre Putin e Trump na quinta-feira passada ocorreu no contexto de especulação sobre o envio de mísseis Tomahawk de longo alcance pelos EUA à Ucrânia, capazes de atingir território russo. Zelensky descreveu essa conversa sobre os Tomahawks como um “forte investimento em diplomacia”.

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