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Para o Tribunal Penal de Paris, Sarkozy terá permitido conscientemente que os seus assessores solicitassem financiamento a Muammar Kadhafi, então líder da Líbia. O próprio antigo presidente rejeita a acusação, afirmando que a sentença foi motivada por “ódio”.
Durante a audiência, que decorreu a partir da prisão de La Santé, Sarkozy surgiu ao lado dos seus dois advogados, que apresentaram argumentos para a sua libertação. De acordo com a agência France-Presse, a decisão sobre o pedido de libertação pode ser conhecida ainda hoje, e, se aprovada, Sarkozy, de 70 anos, poderá sair imediatamente.
Na videoconferência, o ex-presidente vestia um casaco, uma camisola e uma camisa azul-escuro. Acompanhando-o na galeria reservada ao público estavam a sua mulher, Carla Bruni, e dois dos filhos, Pierre e Jean.
Sarkozy mantém-se recluso desde a condenação, mas a presença em videoconferência permite-lhe acompanhar o processo de perto, enquanto os advogados procuram convencer o tribunal a permitir a sua saída temporária.
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