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O GNR, condenado a 13 anos de prisão, teria de se apresentar esta terça-feira para cumprir a pena, avança o CM. Quando a GNR de Braga foi executar o mandado de detenção, o homem, que estava ao serviço na secretaria e, quando a GNR chegou, barricou-se sozinho na caserna do quartel em Felgueiras, na posse da sua arma pessoal e não ameaçou outras pessoas, mas sim que poderá suicidar-se, avança o mesmo orgão.

Primeiro, o militar barricado exigia ver a filha, mas acabou por retirar esse pedido, exigindo agora uma resposta ao requerimento, interposto pelo advogado do GNR, para suspender a execução dos mandados de detenção. No local estão negociadores e o COE-Companhia de Operações Especiais, um forte dispositivo da GNR e uma ambulância de Felgueiras.

O GNR garante que está disposto a morrer se não houver decisão e que não aceita ir para a cadeia, acrescentando que se sente enganado pela Justiça.

O Jornal de Notícias adianta que se trata de Sérgio Ribeiro, militar da GNR que foi condenado a 13 anos de prisão por burla a idosos. Esta era um esquema familiar, já que o pai do militar foi condenado a dez anos de prisão por crimes semelhantes. Tanto a mãe, como a mulher, de Sérgio Ribeiro foram condenadas a penas suspensas: a primeira a cinco anos por co-autoria de alguns de crimes de burla e a segunda a quatro anos e meio pelo crime de branqueamento.

Notícia atualizada às 22h40.

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