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O deputado do Livre Jorge Pinto vai candidatar-se às eleições presidenciais de janeiro de 2026, confirmou o próprio à agência Lusa. A decisão foi comunicada numa mensagem enviada esta terça-feira aos militantes e apoiantes do partido liderado por Rui Tavares e Isabel Mendes Lopes.
“Quero com esta candidatura continuar a contribuir para que o Livre seja o partido das utopias concretas. E há tanto que podemos fazer”, escreveu Jorge Pinto, apelando ao apoio interno do partido depois de ter sido noticiado que o Livre deverá apresentar um candidato próprio em vez de apoiar figuras já conhecidas à esquerda, como António José Seguro, Catarina Martins ou António Filipe.
Na mensagem, o deputado eleito pelo círculo do Porto defende que o mundo vive “uma nova realidade” cujas consequências se farão sentir nas próximas décadas. Critica a atual maioria de direita com a extrema-direita e acusa o Governo PSD/CDS-PP de “aprofundar os problemas nos pilares centrais do Estado Social”, destacando as dificuldades na habitação e o “desinteresse na educação e ciência”.
Jorge Pinto considera que Portugal deve assumir um papel de liderança na afirmação dos direitos humanos, do feminismo, da luta antirracista e da transição ecológica, defendendo uma “voz autónoma” no seio da União Europeia. O projeto europeu, sublinha, “tem de continuar a ser um projeto de paz — não de capitulação dos mais fracos, mas de paz justa”.
O candidato, de 38 anos, é natural de Amarante e formado em Engenharia do Ambiente. Doutorado em Filosofia Social e Política, é autor de livros como Rendimento Básico Incondicional – Uma Defesa da Liberdade (2019) e A Liberdade dos Futuros, onde defende políticas de autonomia e sustentabilidade.
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