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À margem de uma iniciativa no Porto, onde esteve acompanhado pelo presidente da Câmara Municipal, Pedro Duarte — eleito pela coligação PSD/CDS/IL e que já manifestou apoio à sua candidatura, António José Seguro mostrou-se confiante num bom resultado, mas rejeitou qualquer cenário de vitória antecipada. “Ainda ontem ouvi pessoas dizerem-me que isto está ganho. Não, não está ganho”, advertiu.

O candidato defendeu que uma forte participação eleitoral é essencial para garantir um Presidente da República com uma legitimidade reforçada. “É preciso que cada portuguesa e cada português vote. O maior número de votos é importante para que o próximo Presidente da República, que espero que seja eu, saia com uma legitimidade eleitoral reforçada”, afirmou.

Questionado sobre os apoios que tem recebido de vários quadrantes políticos, António José Seguro disse encarar esses sinais com satisfação, mas voltou a insistir na importância da mobilização dos eleitores. “Tenho sentido que esta candidatura já não é só minha, é uma candidatura de Portugal, é uma candidatura dos portugueses, de todos os democratas, progressistas e humanistas”, declarou.

Durante a manhã, o candidato visitou o Regimento de Bombeiros Sapadores do Porto, onde expressou solidariedade com as populações afectadas pela depressão Ingrid. António José Seguro lamentou as consequências do mau tempo em várias regiões do país, referindo a existência de desalojados e prejuízos materiais, e afirmou estar a acompanhar a situação ao longo do dia. As declarações foram feitas antes de ser conhecida a morte de um homem de 31 anos no concelho do Cadaval, quando tentava atravessar uma linha de água.

Na sexta-feira, António José Seguro esteve no CEiiA – Centro de Engenharia e Desenvolvimento, em Matosinhos, onde visitou as instalações e se sentou no cockpit de um protótipo de avião, numa iniciativa dedicada à inovação e ao desenvolvimento tecnológico.

António José Seguro e André Ventura passaram à segunda volta das eleições presidenciais, marcada para 8 de Fevereiro, depois de terem sido os mais votados na primeira ronda. O candidato apoiado pelo PS, e mais recentemente também por Livre, PCP e Bloco de Esquerda, obteve 31% dos votos, enquanto o líder do Chega alcançou 23%.

Em terceiro lugar ficou Cotrim Figueiredo, apoiado pela Iniciativa Liberal, com 16%, seguido de Gouveia e Melo, com 12%, e de Marques Mendes, apoiado pelo PSD e CDS-PP, com 11%. À esquerda, Catarina Martins (BE) obteve 2%, António Filipe (PCP) 1,6% e Jorge Pinto (Livre) 0,6%. O artista Manuel João Vieira conseguiu 1%, enquanto André Pestana recolheu 0,2% e Humberto Correia 0,08%.

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