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Os binómios cinotécnicos – formados por um militar e o seu cão – constituem equipas altamente especializadas, treinadas para atuar em diferentes áreas. Entre as suas funções destacam-se o patrulhamento especializado, a segurança de instalações sensíveis, a manutenção da ordem pública, o seguimento e captura de foragidos, bem como a intervenção em situações de elevada complexidade.
Os cães da GNR são ainda essenciais na deteção de droga, armas, papel-moeda, tabaco, explosivos e venenos, mas também na localização de cadáveres e vestígios biológicos. O seu papel revela-se igualmente crucial nas operações de busca e socorro a pessoas desaparecidas, seja em zonas rurais ou em cenários de escombros.
A escolha dos animais obedece a critérios rigorosos, garantindo a sua aptidão para as missões. Entre as raças mais comuns encontram-se o Pastor Belga Malinois, o Pastor Alemão, o Pastor Holandês e o Labrador Retriever, mas também o Epagneul Breton, o Braco Alemão e o Cocker Spaniel.
Depois da seleção, os cães passam por um exigente programa de formação, que alia o treino técnico e físico ao fortalecimento do vínculo com o tratador. Segundo a GNR, essa relação de confiança e dedicação mútua é determinante para o sucesso de cada missão.
Neste Dia Mundial do Cão, a Guarda presta homenagem aos seus “militares de quatro patas”, agradecendo-lhes a lealdade, a amizade e o papel insubstituível que desempenham na proteção de todos.
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